Gre-Nal: primeiros tempos são modelos para Inter virar
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Nas duas principais decepções do ano até o momento, poucos segundos marcaram o jogo inteiro. Contra Peñarol e Grêmio, o segundo tempo nem tinha um minuto transcorrido e o Inter já havia sofrido gols. Em ambas oportunidades, os colorados marcaram primeiro. Para reverter a vantagem no Gre-Nal, a ideia é manter a pegada dos primeiros tempos jogados na era Falcão.
Até o momento, nos principais reveses do comando de Falcão no Inter, o segundo tempo foi o vilão. Diante de Peñarol e Grêmio, as maiores decisões do semestre, os momentos iniciais da segunda etapa acabaram sendo cruciais. Na avaliação do técnico, excetuando o jogo com o Emelec, na Libertadores, os primeiros 45 minutos tem sido exemplares.
-Todos os primeiros tempos que fizemos, não precisamos chacoalhar o vestiário. Nenhum final de primeiro tempo saímos sem ter sido muito bom. Com exceção no Emelec, que foi uma situação de esquema. Acho que o time, com exceção de momentos contra o Peñarol, e depois no Gre-Nal, estava indo bem. Ter que rever ali do banco, onde você não pode fazer nada, complica. Eles não entendem se eu ficar gritando ali – avisou Falcão.
No comando do Inter, são sete jogos, com três vitórias, dois empates e duas derrotas, ambas com os gols no início do segundo tempo e com boa atuação no primeiro.
O lateral esquerdo Kleber concorda com o treinador. Como precisa do resultado, o Inter vai atacar mesmo jogando fora de casa. E se fizer o primeiro gol, não pode mudar a postura.
- Nossa equipe sempre saiu na frente. E acabamos permitindo o empate e até a virada nesses casos. Mas se fizermos primeiro, vamos ter que manter durante os 90 minutos na final – disse Kleber.
Para ser campeão, o Inter precisa vencer por dois gols de diferença no Estádio Olímpico. Vitória com saldo superior de um só em caso igual ou superior a 4 a 3.
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