Leila sobre polêmicas de arbitragem em Palmeiras x São Paulo: 'Discuto com pessoas capacitadas'
Presidente afirma que não 'terceiriza responsabilidades', ao mesmo tempo em que reconhece que erros existem

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Presente em reunião na sede da Federação Paulista de Futebol (FPF) nesta segunda-feira (2), a presidente do Palmeiras, Leila Pereira, comentou as críticas do São Paulo à arbitragem no clássico entre as equipes, que garantiu ao Alviverde a sétima final consecutiva de Campeonato Paulista.
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Entre as principais críticas do rival à condução da árbitra Daiane Muniz está um pênalti não marcado em Gustavo Gómez, por toque no braço após cruzamento de Lucas Moura, quando o placar ainda mostrava vantagem de um gol para o Palmeiras.
- Só discuto arbitragem com as pessoas capacitadas para isso, não é na imprensa, não é dando chilique, escândalo. Vou te falar: se sou eu, uma mulher, reclamando de arbitragem, vão dizer que sou histérica - iniciou.
- Não discuto problemas de arbitragem, porque não gosto de terceirizar responsabilidades. Existem assim alguns erros, mas contra o Palmeiras, a favor do Palmeiras, contra outros clubes, a favor de outros clubes. Acredito que existem erros, sim, mas não gosto de terceirizar responsabilidades. Os problemas que tivemos, por exemplo, na Libertadores, eu não terceirizei responsabilidade. Houve um problema na final. Vocês não viram a presidente reclamando da arbitragem. Eu falei, sim, que nós deveríamos ter jogado melhor do que jogamos, a responsabilidade foi nossa. Eu não terceirizo porque acho muito perigoso. Dá uma zona de conforto para o clube. Você só melhora quando reconhece seus erros - completou.
Ainda na Arena Barueri, Rui Costa, executivo de futebol do São Paulo, concedeu entrevista antes do técnico Crespo e criticou a decisão da equipe responsável pelo VAR, que não solicitou a revisão do lance para a arbitragem no campo.
Para Rui Costa, se o toque no braço de Gustavo Gómez fosse revisado setenta vezes, em todas seria marcada a penalidade.

- O futebol evoluiu, a dinâmica de jogo evoluiu, e não é possível que o VAR não tenha recomendado que ela (Daiane Muniz) pelo menos tivesse o privilégio de verificar cinco vezes, dez vezes, setenta vezes. Nas setenta vezes seria pênalti. E obviamente em um jogo como esse, que se enfrentam duas equipes competentes, em um momento capital, em uma decisão de jogo único, a decisão de arbitragem passa a ser absolutamente relevante - afirmou Rui Costa, em entrevista coletiva, após vitória do Palmeiras por 2 a 1 sobre o São Paulo.
A primeira partida entre Palmeiras e Novorizontino será nesta quarta-feira (4), na Arena Barueri. O jogo que definirá o título do Campeonato Paulista acontece quatro dias depois, no domingo (8), com mando do clube do interior.
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