Paolo Guerrero

Divulgação/Ricardo Duarte

Futebol Latino
13/05/2019
15:26
Porto Alegre (RS)

A mídia do Peru segue repercutindo imagens das câmeras de segurança do Swisshotel em Buenos Aires, na Argentina, local onde teria acontecido a contaminação cruzada por um metabólito da cocaína do atacante Paolo Guerrero, atualmente no Internacional e, em outubro de 2017, hospedado junto com a seleção peruana para enfrentar a Argentina nas Eliminatórias.

O programa veiculado na emissora ATV chamado de Dia D exibiu imagens que podem comprometer a defesa sempre apresentada tanto pelo atleta como pela equipe de advogados referente a contaminação.

Isso porque, na sequência de filmagens exibida pela atração matinal, Guerrero teria violado algumas normas de segurança impostas pela Federação Peruana de Futebol com direito a receber alimentos que não haviam sido avaliados pelo departamento de nutrição da FPF.

De acordo com o que disse o jornalista Umberto Jara, o fato de Paolo ter ido até a região pertencente aos visitantes e tomado o chá que estaria contaminado acaba o imputando a responsabilidade de qualquer intercorrência:

- Quando ele sai da área restrita e vai até a área de visitas ou até a rua ou a qualquer lugar, o responsável pelo cuidado é o próprio jogador. Se ele queria tomar esse chá que ele disse que tomou na área de visitas, ele teria que ter chamado a nutricionista para pedir-lhe autorização e para que se cumpra o protocolo estabelecido.

O jornalista ainda usou o exemplo de Yoshimar Yotún, outro jogador que estava hospedado no hotel e que pediu por duas oportunidades a permissão da nutricionista da FPF para tomar duas doses de chá. O fato teve como testemunha que chegou a assinar um documento de comprovação, a camareira Yasmin Siles Mendoza.