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Botafogo encerra processo de demissões e visa enxugar folha em cerca de R$ 11 milhões em um ano

Cerca de 50 funcionários foram desligados da SAF nas últimas duas semanas

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Leonardo Bessa
Rio de Janeiro (RJ)
Dia 20/02/2026
17:04
Estádio Nilton Santos é a casa do Botafogo (Foto: Staff images /CONMEBOL)
imagem cameraEstádio Nilton Santos é a casa do Botafogo (Foto: Staff images /CONMEBOL)

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O Botafogo planejou, executou nas últimas duas semanas e concluiu o processo de demissões nesta sexta-feira (20). Cerca de 50 profissionais foram desligados da SAF, conforme apurou o Lance!. As últimas aconteceram no departamento de futebol, e não estão previstos novos cortes.

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Com o processo, a SAF estima enxugar a folha salarial em cerca de R$ 11 milhões em um ano. Internamente, a gestão indica que, além da redução de gastos, tomou a medida tendo a eficiência operacional como objetivo principal. Isso não pegou de surpresa o quadro de funcionários.

A ação visa também maximizar os investimentos no Departamento de Futebol. A operação trata os recursos próprios apenas redirecionados para a pasta, que encontra dificuldades nos últimos meses em meio aos problemas de Textor com Ares e Eagle, em briga societária.

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Mudanças no Botafogo

Os cortes chegaram no futebol na última quinta-feira (19). Profissionais das categorias de base e futebol feminino foram comunicados sobre as rescisões dos contratos. O movimento também era esperado internamente.

Nomes relevantes como o coordenador de scout Raphael Rezende e o auxiliar permanente Cláudio Caçapa também deixaram o projeto da SAF.

John Textor é o dono da SAF do Botafogo (Foto: Thiago Ribeiro/Agif/Gazeta Press)
John Textor é o dono da SAF do Botafogo (Foto: Thiago Ribeiro/Agif/Gazeta Press)

O Botafogo via o cenário se agravando e atingindo além do elenco. Para 2026, John Textor e Thairo já haviam indicado a necessidade de redução da folha salarial, que foi uma das mais altas do Brasil em 2024 e 2025. A diretoria, recentemente, precisou contornar problemas de atraso em direito de imagem e FGTS. Em fevereiro, o Botafogo recebeu um empréstimo de empresas parceiras de John Textor e, com isso, resolveu problemas como o transfer ban aplicado pela Fifa referente à dívida com o Atlanta United na compra de Thiago Almada. O ano é encarado como um desafio para reestruturação.

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