ANÁLISE: Botafogo com elenco curto é prato cheio para Anselmi ser 'fritado'
Glorioso tem jogadores lesionados e tenta fechar com novos reforços

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O Botafogo começou a dar sinais graves de desequilíbrio em seu elenco e a sequência pesada de jogos no calendário do início do ano vai mostrando isso. No clássico com o Fluminense, na última quinta-feira (12), no Maracanã, o Glorioso, já desfalcado, foi pouco produtivo e, mesmo com um a mais no segundo tempo, encontrou enorme dificuldade.
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Martín Anselmi começou a ter "dor de cabeça" logo às vésperas do jogo, quando perdeu Mateo Ponte e Bastos por problemas físicos. Ythallo, então, fez sua estreia com a camisa alvinegra e, muito exigido, falhou em alguns momentos na saída de bola e com o jogo de profundidade do Tricolor.
Encaixotado e tirado da zona de conforto, sem a posse da bola para criar, o Botafogo careceu de qualidade e opções. Quando perdeu Allan, lesionado, ainda no primeiro tempo, Jordan Barrera foi acionado e pouco produziu na fase de organização. As perdas são tantas que a possibilidade de vendas relevantes na janela sequer pode ser cogitada, na visão do treinador.
— O Botafogo não pode vender um só mais jogador. É simples. Está claro o que está acontecendo. Não pode mais vender um jogador. Não sou dono do clube, não decido essas coisas. Mas no meu ponto de vista o Botafogo não pode vender mais ninguém — disse, em entrevista coletiva.
Botafogo com dois protagonistas
Ainda que Danilo e Álvaro Montoro, jogadores cobiçados na janela de transferências, dividam a prateleira de referências técnicas, tem sido pouco para o Botafogo. Nomes como Artur, Arthur Cabral, Matheus Martins e Nathan ainda não performaram dentro desse novo sistema de jogo.

Sistema esse que, nos primeiros jogos, favoreceu o brilho de alguns. Na estreia do Brasileirão, o Botafogo não tomou conhecimento do forte Cruzeiro e atropelou por 4 a 0. Depois disso, foram quatro derrotas, para Fluminense e Vasco, pelo Carioca, e Grêmio e Fluminense no Brasileirão.
Há uma ideia de jogo a ser desenvolvida, com o Alvinegro tendo mais a bola, jogando por aproximação e na base do perde-pressiona. A rotação curta, neste momento, é a maior inimiga de Martín Anselmi, que carece de novas peças com qualidade e poder para o protagonismo.
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