icons.title signature.placeholder Daniela Caravaggi
10/07/2014
19:33

Durante a excursão do São Paulo nos Estados Unidos, a diretoria tricolor foi procurada pelo Al-Ahli, da Arábia Saudita, que tinha interesse em comprar os 50% dos direitos econômicos do atacante Osvaldo que pertencem ao Tricolor. Os sauditas já haviam procurado o Al-Ahli, mas dos Emirados Árabes, dono da outra metade dos direitos do jogador, que tinha o interesse em selar a venda.

As negociações, no entanto, não avançaram. O vice-presidente de futebol Ataíde Gil Guerreiro afirmou ao LANCE!Net que o São Paulo nunca teve intenção de vender o jogador. O dirigente se declarou fã de Osvaldo e disse que não havia a menor chance do atacante sair porque ele (vice-presidente) não queria.

A história da negociação foi confirmada nesta quinta-feira pelo próprio jogador, em coletiva de imprensa. Apesar do clube do Oriente Médio ter feito duas ofertas para o São Paulo e o atacante considerar uma boa oportunidade, os valores não agradaram ao clube do Morumbi, que já tinha não tinha interesse na venda.

- Fiquei sabendo (da proposta), chegou até mim e era muito boa. Conversei até com o Gustavo (gerente de futebol), mas o São Paulo acabou recusando. Eu entendo porque foram valores que não agradaram o clube, mas tenho contrato aqui e fico tranquilo quanto a isso. No momento certo serei premiado. Continuarei fazendo meu trabalho. Quando tem proposta, quer dizer que estou fazendo um bom trabalho - disse o jogador.

No início do ano, a diretoria do São Paulo iniciou uma negociação com o Fluminense, que visava a troca do atacante pelo meia Wágner. O jogador tricolor se incomodou com a situação por não ter sido avisado pela cúpula do São Paulo sobre o negócio, que acabou não vingando.