Seguro, Fernandão aposta em trabalho psicológico para Inter acabar com jejum

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O momento, como o próprio define, é péssimo. Pela primeira vez, Fernandão passa por uma turbulência como treinador de futebol. O comandante e o Internacional conquistaram apenas um ponto nos último 12 disputados. O trabalho agora, segundo o técnico, é de trabalhar a parte psicológica dos jogadores.
Com um aproveitamento pior do que Dorival Júnior em 10 partidas do Brasileirão – Dorival foi demitido com 53,33%, Fernandão tem 50% – o atual técnico do Inter diz que se sente segurou quanto a opção pela nova profissão.
- Eu me sinto seguro em relação a minha escolha. Para a sequência, quem me convidou foi o Luciano. Deixo sempre claro, desde o tempo de diretor, que pode me mandar embora. Não tem essa de ídolo, sei como as coisas funcionam, em cima de resultado. Não adianta bater em cima de estatística, perdedor faz isso. O que vale é eficácia. Na hora que tiver chance, fazer o gol. Estaria pior se o time, nos quatro jogos, se tivesse sido dominado em todos – disse Fernandão.
O técnico repetiu que viu o Inter melhor que o adversário em campo, mas faltou efetividade nas chances criadas. Com o time se remontando aos poucos – ganha D'Alessandro e Dagoberto no fim de semana, embora deva perder Juan e Kleber – Fernandão coloca como objetivo reabilitar o ânimo do grupo.
- A desistência sempre é o caminho mais fácil. Não vou desistir. Confio nos jogadores. O momento é péssimo porque é o Inter. Dentro do que pensamos, em quatro rodadas pontuar em só um jogo é horrível. Mas sei do que podemos produzir. É atrás disso que vou. Principalmente elevar a autoestima dos jogadores, porque confio muito neles – finalizou.
O Inter retorna para Porto Alegre na manhã desta quinta-feira. O próximo desafio é no domingo, às 16h, contra o Flamengo, no Beira-Rio.
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