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Neymar, Elano e Zé voltam com peso de 'meio time'

Dia 27/10/2015
21:54

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Soa estranho saber que o Santos se garantiu tranquilamente na "decisão" contra o Cerro Porteño (PAR) sem Neymar, Elano e Zé Eduardo, todos titulares, sendo os dois primeiros as principais referência do time. Eles significam a alma desse Santos e marcaram juntos metade dos 48 gols e voltam justamente na hora que o Santos mais precisa. Os gols estão "assegurados".

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Neymar jogou pouco, apenas 11 partidas, e foi quem menos marcou, só quatro vezes. Elano participou de boa parte dos jogos, assim como Zé Eduardo, mas é o artilheiro do time no ano com 13 gols.

A efetividade remete ao decisivo trio ofensivo de 2010: Robinho, Neymar e André, quando juntos representaram na segunda fase do Paulistão a metade dos gols marcados pelo superataque santista até então no ano.

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– O time ganha em técnica, improviso e no drible. Eles (Deportivo Táchira) virão bem fechados e vai ser importante esse drible. No futebol não existe cadeira cativa. Meu time é um plantel e quem estiber bem joga, se não sai. Vamos ter o Neymar e o Zé na frente, com o Elano de trás. É um bom jogo para o Zé, que sabe segurar a bola também – disse Muricy

Dos quatro jogos em que atuou pela Copa Santander Libertadores, Elano só não marcou contra o próprio Deportivo Táchira (VEN), adversário de hoje, na estreia. Colo Colo (CHI) e Cerro foram vítimas. Os chilenos no Brasil e fora de casa.

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Depois de cumprirem suspensão em um momento decisivo, eles voltam para mostrar que ainda podem ajudar, principalmente com gols. Só precisam melhorar no desempenho de 39%. Dá para duvidar?

Com a palavra: Israel Stroh - Setorista do Lance!

'Mais habilidade. Mesma sincronia?'

"O Santos de hoje é um time muito mais forte do que venceu o Cerro Porteño na semana passada. Fica a dúvida de como Neymar, Zé Eduardo e Elano vão jogar sob comando de Muricy Ramalho. O Peixe venceu o Cerro por ter sido rápido no toque de bola e envolvido a defesa rival coletivamente. Sobra talento individual no Santos, mas será preciso da mesma sincronia de Assunção para espantar qualquer chance de zebra, hoje, no Pacaembu".

O desempenho do trio em 2011
Juntos jogaram 11 das 24 partidas do Santos no ano. Nesses jogos fizeram 11 os 16 gols


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