Ministro do Esporte diz que vai atender pedido do TCU sobre Copa 2014
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O ministro do Esporte, Orlando Silva Júnior, admitiu a falta de informações apontadas pelo Tribunal de Contas da União (TCU) na preparação do Brasil para a Copa do Mundo de 2014. Disponibilizar os dados é uma competência do político que garantiu já ter tomado providências para resolver o problema.
- Temos a missão de ofertar informações para atualizar o portal da CGU (Controladoria Geral da União) e para o TCU. Então, o que temos feito é uma cobrança sistemática dos vários órgãos federais, vários ministérios, para que possamos ofertar a informação em um tempo mais próximo da realidade que é possível. E o ministro Campelo (Valmir, do TCU) sabe disso. Mas, por vezes, a celeridade não é aquela dos nossos sonhos - justificou o ministro do Esporte, nesta terça-feira, após participar do Seminário Infraestrutura Turística, Megaeventos Esportivos e Promoção da Imagem do Brasil no Exterior, na sede do TCU, em Brasília.
Na sexta-feira, o TCU divulgou um relatório do ministro Campelo, onde ele condenou a falta de informações que o Ministério do Esporte deveria fornecer. E salientou a necessidade de a pendência ser resolvida.
Além de garantir o fornecimento das informações, o ministro do Esporte ressaltou que, no momento, a matriz de responsabilidades da Copa do Mundo está em revisão. É nesse documento, previsto para ficar pronto em até 15 dias, que ficarão expressos as obrigações de cada ente governamental envolvido na organização do Mundial.
- Estádios, mobilidade, portos e aeroportos são os temas em discussão. Fizemos debate com todas as cidades. De modo que ajustemos ao que é real hoje. A presidenta (Dilma Rousseff) sinalizou que as obras devem ser entregues até o fim de 2013 e a contratação encerrada até o final de 2011. Quem não obedecer corre risco de precisar buscar outras fontes de recursos, que não seja as do governo federal - disse o ministro do Esporte.
Em seguida, sem revelar quais cidades serão atingidas, Orlando Silva assegurou que projetos serão excluídos da matriz de responsabilidades. De acordo com o ministro, algumas obras só seriam finalizadas após 2013.
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