Marcelo Mattos revela ansiedade para jogar ao lado do holandês Seedorf

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A rotina de Marcelo Mattos é diferente de seus companheiros. Enquanto o time treina, ele hoje faz um trabalho à parte com a preparação física. Mas no meio de uma corridinha e outra, sempre dá tempo para admirar o craque Seedorf e imaginar o dia que vão, enfim, atuar juntos.
Em entrevista exclusiva ao LANCENET! nesta quinta-feira, na sede da CBV, em Saquarema, o volante revelou que não vê a hora de atuar ao lado do holandês. A última partida de Mattos aconteceu no dia 9 de maio, na derrota por 2 a 1 para o Vitória, no Engenhão, que acarretou na eliminação do Botafogo na Copa do Brasil. Depois, uma luta diária para voltar a jogar e uma cirurgia no púbis, no dia 31 de julho, que o afastou ainda por mais tempo dos gramados.
Enquanto Mattos se recuperava, a torcida do Botafogo fazia festa com a chegada de Seedorf. Até os jogadores mais antigos saboreavam a companhia do craque no dia a dia, o que deixou Mattos com água na boca.
- Fica um gostinho, sim. Só o escuto falar e não posso jogar. É importante ter jogadores assim no elenco. Ano que vem vou poder estar ao lado dele mais tempo e dividir isso com ele. Talvez esse ano ainda eu jogue com o Seedorf. Mas, no ano que vem, quero curtir mais isso, de jogar ao lado dele - revelou o volante, que não poupou elogios quando perguntado sobre a importância do craque ao Glorioso:
- Estar ao lado dessas pessoas como ele, dentro e fora de campo, seu nível aumenta. Ele tem uma grande contribuição na equipe. É diferente você olhar para o lado e ter um Seedorf. Se você jogar a bola nele, ele sabe o que fazer no momento certo. Isso dá tranquilidade para o elenco.
O carinho visível de Mattos por Seedorf não é à toa. O volante contou que recebeu apoio do do astro desde que ele chegou ao Botafogo. Já nos primeiros dias, procurou saber sobre a recuperação e deu força.
- Ele conversou bastante comigo no começo e contou que conhecia jogadores que tinham essa lesão. Falou que tinha uma pessoa fora que conhecia muito disso. Agora, depois da cirurgia, ele está sempre perguntando. É importante. O Botafogo precisava um jogador de nome, responsável e de referência na equipe. Não cheguei a jogar contra ele não, só contra a Inter (ITA). Ele estava no Milan - agradeceu.
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