Jack Warner tem 'batido ponto' em delegacia para não ser extraditado
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Um dos acusados pela Justiça dos Estados Unidos de fazer parte do esquema de corrupção deflagrado na Fifa, Jack Warner, ex-presidente da Concacaf, vem cumprindo à risca a determinação da polícia do Trinidad e Tobago. Toda segunda e terça-feira, ele tem que comparecer a uma delegacia do país para mostrar que não fugiu.
Segundo as investigações dos EUA, ele teria recebido US$ 10 milhões (R$ 31,2 milhões) da África do Sul para ajudar a eleger os africanos como sede da Copa do Mundo de 2010. Outra acusação que paira sobre Warner é ter desviado verba que seria destinado a vítimas de terremoto no Haiti.
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A Justiça americana quer a extradição do ex-dirigente da Fifa. Apresentar-se à delegacia faz parte de um acordo para continuar vivendo em Trinidad e Tobago. No entanto, Warner acredita injusto ser julgado fora do país do Caribe. Ele chegou até a ser preso, mas pagou fiança e foi solto (chegou até a dançar na frente da TV quando ganhou a liberdade), mas teve o passaporte apreendido.
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