Diretoria age, time responde e Galo se motiva para a reta final do Brasileiro

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Tudo bem que foi contra a segunda pior equipe do Campeonato Brasileiro e a mais frágil defesa da competição.
Todavia, o massacre do Atlético-MG em cima do Figueirense, no último sábado, deve ser visto como uma mudança radical de atitude por parte dos próprios jogadores.
Tanto é que o treinador Cuca sabe que, se a pegada de sábado continuar, o Galo terá grandes chances de desbancar o Fluminense na liderança.
– Acho que o que tiramos de positivo (da vitória de sábado) é a confiança que volta. No segundo turno ganhamos do São Paulo, do Palmeiras e vencemos o Figueirense. Mas essa última foi uma partida muito convincente. A equipe jogou como quem quer chegar ao título. Não iremos golear sempre, mas a atitude deve se repetir – disse.
E o futebol convincente citado pelo comandante técnico foi um grande reflexo de duas medidas tomadas pela diretoria e que tiveram o efeito esperado em campo.
Na última semana, Alexandre Kalil, que se comunica frequentemente com seus jogadores, decidiu aumentar o bicho em caso de título.
Além disso, houve uma conversa para acabar com a concentração de dois dias antes, o que impedia que os jogadores passassem algum tempo com seus familiares.
– Foi tudo, um pouco disso, um pouco daquilo. A vitória veio também porque tivemos uma atitude muito importante na partida. Ainda perdemos muitos gols, mas criou-se muito, a gente está muito contente. A postura da equipe precisa ser enaltecida, mostraram a vontade de vencer e lutar pelo título. O Atlético está de parabéns - concluiu o treinador alvinegro.
Só que nesta quarta o desafio será bem mais complicado. Contra o Internacional, no Beira Rio, às 22h, o Atlético terá que voltar a vencer fora de casa e torcer para o Bahia arrancar pontos do Fluminense.
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