Verdão corrige erros na bola aérea, mas vive seca de gols
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Até menos de um mês atrás, o Palmeiras disputava com Corinthians e Flamengo a liderança do Brasileirão. Há 270 minutos sem balançar as redes e quatro jogos consecutivos sem vitórias, o Verdão já é o sexto colocado e vive sua pior sequência na temporada. Se algo pode ser comemorado, no entanto, é que as alterações feitas pelo técnico Luiz Felipe Scolari consertaram o problema defensivo do Palmeiras.
Até então, antes da partida contra o Vasco, neste domingo, cinco dos últimos seis gols sofridos pela equipe partiram de bolas cruzadas na área: contra Fluminense, Atlético-MG, Coritiba e, duas vezes, contra o Vasco, pela Sul-Americana. Pelo Brasileirão, o gol vascaíno partiu de cobrança de falta certeira de Bernardo.
Dinei e Chico, ambos de 1,86m, deram mais segurança nas bolas alçadas na área. O meio e o ataque, por outro lado, criaram oportunidades mas não mostraram eficiência. Valdivia, que já disputou oito jogos desde o retorno de lesão, ainda sofre para dar criatividade ao meio de campo, e não sabe explicar as más atuações. Dos últimos sete gols da equipe, somente um foi feito por atacante (Luan, contra o Galo).
- Faltou o gol. Além disso eu não sei. Tomamos gol de falta, dessa vez não foi desatenção - esquivou-se o Mago.
Para piorar, Felipão perdeu a paciência e escancarou que o clima no elenco não é mais o mesmo desde a polêmica proposta do Flamengo a Kleber. O técnico lamentou os gols perdidos e prometeu mais mudanças no time. Se não der certo, ainda admite que mudar o comando pode ser uma alternativa.
Em situação complicada na Sul-Americana e com sequência complicada no Brasileiro (Bahia, São Paulo, Corinthians e Botafogo), o técnico garante que nada o tira do Verdão neste momento.
- O que me tira é a raiva que to passando de ver meu time fazer boas jogadas e a bola não entrar. Isso me dá dor de barriga, o resto nada mais - afirmou.
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