Seleção torce por postura ofensiva do Paraguai
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Pode parecer estranho, mas a Seleção espera ser atacada pelo Paraguai no duelo de sábado, em Córdoba (ARG), pela segunda rodada do Grupo B da Copa América. O desejo tem explicação: os jogadores acreditam que terão mais chances de surpreender se puderem aproveitar os contra-ataques.
- Quando o adversário também vem com uma proposta de ataque, abre mais espaços para criarmos jogadas. Sempre tivemos dificuldades de jogar com quem se fecha muito. Isso é normal contra o Brasil. Temos de esperar e lembrar que o Paraguai tem jogadores de ataque e precisa atacar - afirmou o volante Lucas Leiva.
Mano diz que Seleção está preparada para duelo com Paraguai
O lateral-esquerdo André Santos seguiu a mesma linha, mas pediu cuidado com as ofensivas adversárias:
- O Paraguai vai querer sair mais, vai criar mais chances. Isso vai ser bom para o jogo. A equipe do Paraguai é perigosa. Tem jogadores de qualidade. Temos de estar atentos para não sermos surpreendidos.
Incoerência?
As declarações, no entanto, vão de encontro com o cenário do empate em 0 a 0 com a Venezuela, na estreia de ambas as seleções na Copa América. Ao contrário do que se esperava, o time de César Farías atacou o Brasil e deixou espaços, que acabaram mal aproveitados.
Além disso, a proposta de jogo levantada por Lucas Leiva e André Santos é distinta da que defende Mano Menezes. Quando assumiu a Seleção, em agosto passado, o treinador prometeu uma equipe que priorizaria posse de bola e ofensividade. O discurso vem sendo cumprido - sinal de que podem faltar contra-ataques.
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