Saída de Danilinho deixou lacuna não preenchida no Atlético-MG

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A saída de Danilinho do Atlético-MG, por indisciplina, foi tida como um grande acerto da diretoria atleticana, que dava um exemplo para o restante dos atletas. Mas o camisa 7 do Galo deixou um buraco tático no esquema do técnico Cuca.
Desde o afastamento de Danilinho, o treinador não conseguiu achar, no banco de reservas da equipe, um jogador com a mesma capacidade de atuar na marcação e também na criação de jogadas.
Guilherme, Escudero, Neto Berola, Carlos César e Serginho se aventuraram no setor, sem sucesso. Os três primeiros foram os mais utilizados, sendo que nenhum deles caiu nas graças da torcida. Muito pelo contrário. As duas últimas partidas do Atlético, contra o Vasco e o Atlético-GO, serviu para que a Massa perdesse de vez a paciência com Neto Berola e Guilherme, que saíram do Independência, no último domingo, sob xingamentos.
Cuca sabe que a saída de Danilinho foi prejudicial e admitiu contar com jogadores em má forma para suprir a ausência na ponta.
– O jogador está com a confiança abaixa. Eles tentam fazer uma jogada e sentem mais que os outros, principalmente quando vem a cobrança. O torcedor tem o direito de cobrar, pelas razões que eles têm. Com o jogador sendo bastante criticado, não tem liberdade para errar. Erram, ouvem as vaias e se afundam – explicou o técnico.
Importância de Danilinho
Mesmo quando o Atlético estava na liderança do Brasileirão, Danilinho era criticado também. Mas Cuca o defendia explicando que seu papel na equipe era de servir de escudo para as subidas do lateral-direito Marcos Rocha.
Os números de Danilinho comprovavam a relevância dele para a equipe. Foram seis gols no Brasileirão, sendo que, no primeiro turno, ele era o artilheiro da equipe.
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