Ministro apresenta à Fifa plano para aeroportos e reconhece limitações
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As promessas de melhorias nos aeroportos brasileiros foram o principal tema da reunião entre o ministro do Esporte, Orlando Silva Júnior, e a alta cúpula da Fifa e do Comitê Organizador Local da Copa do Mundo de 2014 (COL), na tarde desta sexta-feira, em um hotel da Zona Sul do Rio de Janeiro. Foram apresentadas as medidas tomadas pelo governo federal para aperfeiçoamento dos serviços aeroportuários. O discurso foi positivo, apesar de Orlando reconhecer "limitações" do país.
Além do ministro, também participaram do encontro o presidente da Fifa, Joseph Blatter, o secretário-geral da entidade, Jérôme Valcke, e o mandatário da CBF e do COL, Ricardo Teixeira. A reunião, marcada às pressas no dia anterior, durou cerca de meia hora.
As principais ações apresentadas por Orlando Silva foram a concessão de três dos principais aeroportos do país (Brasília, Guarulhos e Viracopos) à iniciativa privada, a criação do Ministério da Aviação Civil e o plano de investimentos de R$ 5,5 bilhões da Infraero. Segundo o ministro, a Fifa demonstrou confiança no sucesso das iniciativas, que deverão ter "impacto muito positivo no curto prazo".
- O presidente Blatter ficou satisfeito com as novidades - disse Orlando Silva, que demonstrou alta expectativa em relação às ações do governo. - Temos de cumprir o plano da presidenta (Dilma Roussef). Melhorar a qualidade operacional dos aeroportos e garantir a concessão. São mudanças que terão um impacto enorme, um legado que ficará para o Brasil.
O ministro disse ainda ter informado a Blatter estar ciente "dos limites que o país possui." Questionado quais seriam estes limites, Orlando Silva voltou a citar os aeroportos:
- Precisamos aperfeiçoar os aeroportos. O Brasil é um continente e a circulação acontecerá pelo sistema aeroportuário durante o Mundial. Acreditamos que é possível melhorar o transporte público. Está na agenda.
Blatter também teria demonstrado satisfação em relação aos estádios e à economia brasileira.
- Ele manifestou confiança no sucesso do Mundial do Brasil. O presidente Blatter citou a felicidade pelo fato de o Brasil viver um momento econômico muito positivo. Isso vai repercutir favoravelmente na organização do Mundial - concluiu o ministro.
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