Assunção considera situação do Verdão dramática, mas se recusa a jogar a toalha e promete lutar
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Com o semblante visivelmente abatido, o volante Marcos Assunção se dirigiu à imprensa após a derrota por 2 a 0 para o rival Corinthians, no clássico realizado na tarde deste domingo, no Pacaembu, pelo Campeonato Brasileiro. O experiente jogador reconheceu a delicadeza da situação, mas ressaltou a necessidade de levantar a cabeça e lutar enquanto houver chances de permanecer na Série A:
- A gente tem que continuar, não pode baixar a cabeça. É dramatica a situação? É dramática. A gente tem que reverter a situação. Infelizmente não está acontecendo. É a fase que está ruim. Tem mais jogos, tem que levantar a cabeça. Temos que pedir desculpas à torcida. Mais uma vez perdemos - lamentou.
Com muitos anos de carreira, Assunção também aproveitou a oportunidade para comentar a conduta de Romarinho. O jovem atacante marcou o primeiro gol do Timão e comemorou diante da torcida rival, gerando revolta no elenco alviverde. Para o volante, são erros que deixam de ocorrer conforme o atleta adquire experiência:
- Eu jamais faria um gol e iria comemorar diante da torcida do coritnhaisn, isso é respeito, tem de ter. Independente da fase, eu tenho respeito pelo Corinthians, nunca faria isso.Mas ele é garoto e vai aprender, com o grande treinador que tem e pelos grandes jogadores que o Corinthians tem, vão orientar para que não aconteça mais. É perigoso até para ele, de repente encontrar palmeirenses na rua,fica ruim. Temos direito de comemorar, mas não menosprezar - explicou.
Em clássico tenso, Corinthians vence e complica Palmeiras
Outro assunto que surgiu foi a relação do atleta com o técnico Luiz Felipe Scolari, demitido do clube após a derrota diante do Vasco no meio de semana. Segundo o meio campista, ele e o treinador tinham amizade, e não há nenhum cabimento na especulação por parte de torcedores de que a ausência dele por lesões fizesse aprte de alguma estratégia contra Felipão:
- Declaração de quem não me conhece. Quem me conhece, alguns torcedores sabem do quanto eu já gosto do Palmeiras. Não faria qualquer tipo de coisa pra derrubar treinador. O Felipão era meu amigo, segurou várias coisas ruins que aconteceram no Palmeiras. As pessoas que escreveram ou falaram isso, não me conhecem. Se eu estivesse em uma situação ruim com ele, não seria o capitão. Os jogadores sabem o quanto gosto do Palmeiras. Peço desculpas mais uma vez ao torcedor por estarmos nessa situação - esclareceu.
Apesar do abatimento e da dificuldade, Assunção finalizou sua fala com a promessa de lutar até o final para evitar que o Palmeiras jogue a Série B do Campeonato Brasileiro:
- Enquanto houver algum tipo de esperança eu vou estar correndo, lutando, jogando, jamais vou jogar a toalha - prometeu.
O Verdão tem um jogo de vida ou morte no próximo sábado, diante do Figueirense, rival direto pela permanência na elite do futebol brasileiro. O confronto está amrcado para 18h, no Orlando Scarpelli, em Florianópolis.
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