L! Espresso: NBA precisa preservar o coletivo e isolar estrelas que não aceitam a vacinação
Negacionismo se espalha pelas ligas esportivas dos EUA

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"No fim das contas, é com ele. Nós esperamos que ele tenha à informação certa, o acesso às fontes certas para responder às perguntas que ele tenha sobre essa decisão. Minha decisão foi tomar [a vacina]".
A declaração acima é de Stephen Curry, um dos maiores astros da NBA, sobre Andrew Wiggins, seu companheiro no Golden State Warriors, que está impedindo de atuar em partidas em casa, já que a cidade de São Francisco, onde joga a equipe, proíbe a participação de não vacinados.
Wiggins não é o único. Kyrie Ivring, destaque do Brooklyn Nets, também se posicionou contra a vacinação, criando um enorme dilema para a NBA, já que o jogador também é vice-presidente do comitê executivo do sindicato dos jogadores.
O negacionismo entre atletas de grandes ligas também foi visto na NFL, outra das ligas mais valiosas do esporte americano. Uma das maiores lendas da NBA Kareem Abdul-Jabbar, não mediu palavras para rebater o negacionismo: "Não há espaço para jogadores que estão dispostos a arriscar a saúde e a vida de seus companheiros, dos estafes e dos fãs porque são incapazes de compreender a seriedade da situação", disse.
A menos de um mês para o início da temporada, a liga precisa se posicionar rapidamente para não torne a vacinação uma simples questão de escolha ideológica. Nem que para isso deixe parte de suas estrelas numa quarentena sem data para acabar.
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