Sampaio busca explicações no Verdão e afirma: 'Não vamos cair'

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Quando a situação está ruim no Palmeiras, o jeito é chamar o gerente de futebol, César Sampaio, para tentar apaziguar os ânimos. Com o time na zona de rebaixamento no Campeonato Brasileiro, o dirigente foi o único a dar entrevista na tarde desta segunda-feira na Academia de Futebol. A decisão partiu dele mesmo após uma conversa com a comissão técnica. A inteção é tentar convencer os palmeirenses que ainda dá para superar esse momento.
- Não sei em outros clubes, mas com o Palmeiras parece que já caímos. Isso é o diferencial. Tivemos o Fluminense há alguns anos, o próprio Atlético-MG. É a referência de clubes que tiveram a mesma dificuldade, mas vimos motivação interna e externa. Temos de explicar o rebaixamento e não projeto para não cair. Não caímos ainda. Tenho influenciado pessoas que têm o mesmo pensamento a levantar esse movimento. O Palmeiras é muito forte e os jogadores jogam mais do que estão jogando. O que podemos render, está acima. Nesse ponto de vista, estou confiante - afirmou o gerente.
Sampaio ficou por quase 50 minutos tentando explicar a situação do Verdão. Para ele, apenas uma sequência de resultados positivos pode ajudar a equipe nesse momento. Assim, além de subir na classificação, os palmeirenses podem recuperar a confiança.
Com 20 pontos conquistados após 23 rodadas, a meta é conseguir 44 ou 45 para escapar do rebaixamento. Assim, o Alviverde precisaria aumentar e, muito, seu aproveitamento. Mesmo admitindo a situação complicada, o dirigente confia na permanência na Série A. E conta com o apoio da torcida para isso.
- Queria agradecer aos torcedores. O que vimos contra o Sport é um dos pontos que temos trabalhado, o tamanho da instituição. Tem também uma colocação do Barcos, que jamais pensava em jogar pela seleção argentina. Estava até tirando a documentação para atuar pelo Equador. Isso mostra o poder da marca Palmeiras. O que gostaria de passas para a torcida é isso. Ainda não caímos e não vamos cair. Esse é o primeiro ponto. A partir disso, temos de achar soluções e desenvolver um trabalho. Mas se não se transformar isso em atitude, vamos cair. Estamos tentando contagiar um maior número de palmeirenses para tentar nos ajudar nesse momento - analisou Sampaio.
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