Veterinária nega existência de doença de cavalo no Centro de Hipismo
Depois que alguns casos de mormo, que pode levar cavalos à morte, aconteceram em alguns animais de Deodoro, surgiu a suspeita de que o Centro de Hipismo que será utilizado na Olimpíada do Rio, situado na região, poderia ter sido contaminado pela doença. Porém, Juliana Freitas, gerente de Serviços Veterinários do Comitê Rio-2016, descartou essa possibilidade. Segundo ela, a equipe que cuida do local tomou providências para evitar qualquer tipo de doenças nos animais que estão participando do evento teste do equipamento.
- Nós do serviço veterinário somos prudentes. A melhor maneira de evitar doença de cavalo em uma instalação é não tendo cavalo. Então nós instalamos uma coisa que chamamos vazio sanitário. Significa que há seis meses não existe cavalo nesta instalação, até hoje, que está havendo o evento teste. E se não havia cavalo, não existe doença de cavalo – explicou Juliana.
A veterinária ainda falou sobre os questionamentos que está respondendo aos observadores. Segundo ela, o local está obedecendo todas as regras da Federação Equestre Internacional.
- Esses questionamentos são normais, principalmente para os estrangeiros, que não conhecem a instalação. O regulamento da Federação Equestre Internacional mesmo coloca regras muitos rígidas de biossegurança. Então eles sabem que somos obrigados a obedecer essas regras. Por exemplo, quem passar por onde o cavalo tem que passar tem que limpar as extremidades com álcool em gel. Na cocheira ninguém entra, ninguém toca no cavalo. Só quem realmente tem acesso é o tratador, o cavaleiro e a equipe dele. Essas medidas são comuns em eventos desse nível e claro que aqui foram respeitados – afirmou.
O evento-teste no Centro de Hipismo conta com 20 cavaleiros brasileiros e nenhum estrangeiro. Juliana negou que a falta de competidores de outros países não tem nada a ver com as suspeitas de doenças no local.
- A diferença das inscrições é que o custo para trazer esses cavalos da Europa estava ficando muito elevado, então ele acharam que não era necessário, por causa do nível da competição, que é só para testar as instalações. Mas não houve qualquer desistência por qualquer outro motivo – contou a veterinária.

Mais Esportes
Férias de janeiro: celebre o legado dos Jogos de 2016 no Rio Museu Olímpico
Há 5 meses
Mais Esportes
Campo Olímpico de Golfe retomará atividades no sábado, no Rio
Há 6 anos
Mais Esportes
Campo Olímpico de Golfe disputa prêmio de melhor do mundo
Há 6 anos
Mais Esportes
Os planos para o campo olímpico de golfe do Rio para 2020
Há 6 anos
Mais Esportes
Ginasta brasileira brilha nos EUA e prepara futuras campeãs
Há 6 anos
Mais Esportes
Queda de investimentos põe o futuro do vôlei em xeque e leva CBV a agir
Há 7 anosMais LANCE!

Ryan Lochte é suspenso por 14 meses após infringir regras de doping

Rafaela Silva relata preconceito ao ser parada por policiais no Rio

Michael Phelps anuncia o nascimento de seu segundo filho

'Pensei em suicídio', revela Phelps, em conferência sobre saúde mental

Nas redes sociais, atletas postam fotos em clima natalino

FBI investiga compra de votos na escolha do Rio como sede olímpica

Após pressão, COB marca Assembleia para rever participação dos atletas

Comissão de Atletas pede ao COB revisão de votação do estatuto

Ouro na Rio 2016 vence MasterChef com receita em homenagem ao Brasil

Presidente do COB diz que entidade já mudou e pede: 'Vejam com outros olhos'

Emais de dirigentes do COB indicam troca de favores com o COI

Após Rio-2016, Arena Carioca 1 receberá 19 jogos do NBB

Wanderley altera estatuto do COB para não assumir Comitê Rio-2016



