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Veterinária nega existência de doença de cavalo no Centro de Hipismo

Dia 29/02/2016
23:56

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Depois que alguns casos de mormo, que pode levar cavalos à morte, aconteceram em alguns animais de Deodoro, surgiu a suspeita de que o Centro de Hipismo que será utilizado na Olimpíada do Rio, situado na região, poderia ter sido contaminado pela doença. Porém, Juliana Freitas, gerente de Serviços Veterinários do Comitê Rio-2016, descartou essa possibilidade. Segundo ela, a equipe que cuida do local tomou providências para evitar qualquer tipo de doenças nos animais que estão participando do evento teste do equipamento.

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- Nós do serviço veterinário somos prudentes. A melhor maneira de evitar doença de cavalo em uma instalação é não tendo cavalo. Então nós instalamos uma coisa que chamamos vazio sanitário. Significa que há seis meses não existe cavalo nesta instalação, até hoje, que está havendo o evento teste. E se não havia cavalo, não existe doença de cavalo – explicou Juliana.

A veterinária ainda falou sobre os questionamentos que está respondendo aos observadores. Segundo ela, o local está obedecendo todas as regras da Federação Equestre Internacional.

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- Esses questionamentos são normais, principalmente para os estrangeiros, que não conhecem a instalação. O regulamento da Federação Equestre Internacional mesmo coloca regras muitos rígidas de biossegurança. Então eles sabem que somos obrigados a obedecer essas regras. Por exemplo, quem passar por onde o cavalo tem que passar tem que limpar as extremidades com álcool em gel. Na cocheira ninguém entra, ninguém toca no cavalo. Só quem realmente tem acesso é o tratador, o cavaleiro e a equipe dele. Essas medidas são comuns em eventos desse nível e claro que aqui foram respeitados – afirmou.

O evento-teste no Centro de Hipismo conta com 20 cavaleiros brasileiros e nenhum estrangeiro. Juliana negou que a falta de competidores de outros países não tem nada a ver com as suspeitas de doenças no local.

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- A diferença das inscrições é que o custo para trazer esses cavalos da Europa estava ficando muito elevado, então ele acharam que não era necessário, por causa do nível da competição, que é só para testar as instalações. Mas não houve qualquer desistência por qualquer outro motivo – contou a veterinária.

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