Iphone

(Reprodução)

LANCE!
04/02/2020
12:46
Rio de Janeiro (RJ)

Muitas empresas anunciaram o retorno de suas produções na China, contrariando o pedido inicial do governo chinês para que interrompam os trabalhos e ajudem a impedir a propagação do coronavírus. No entanto, essa retomada não foi feita pela Foxconn, principal fornecedora da Apple. E com a chegada a sua segunda semana de paralisação, a produção de iPhones vem sofrendo quedas, o que pode comprometer a distribuição da linha de smartphones mundo afora. As informações são do GizmoChina.

Fábrica da Foxconn na China (Foto: Reprodução)

Inicialmente, a Foxconn havia relatado uma "pausa" na produção por uma semana. Mas, em novo relatório divulgado, a rápida propagação do coronavírus fez com que o retorno da fornecedora fosse marcado só para o próximo dia 10 de fevereiro, de acordo com as últimas regras impostas pelo governo chinês.

Uma fonte próxima da Apple afirmou que a paralisação afetaria diretamente as remessas de iPhones enviadas as lojas do mundo todo, consequentemente causando uma queda na receita da Apple - que passou por turbulência ao longo de 2019, mas deu uma "respirada" no último trimestre, quando registrou uma receita de US$ 64 bilhões. Além disso, Luca Maestri, diretor financeiro da Apple, afirma que há uma "incerteza" nos ganhos da empresa neste trimestre, cuja previsão de receita seria entre US$ 62 bilhões e US$ 67 bilhões. E isso deve-se à epidemia do coronavírus em curso na China.

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Diferente da Foxconn, a Huawei informou, na última segunda-feira (03), que retomou sua produção, incluindo dispositivos e equipamentos de suporte e operações. A Samsung Electronics também não interrompeu suas atividades na China, e afirmou ao Reuters que os trabalhos continuaram mesmo durante o feriado do Ano Novo Lunar.

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