icons.title signature.placeholder Renato Homem
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23/07/2013
12:19

As transmissões esportivas pela tv têm assumido um papel de destaque na grade de programação das emissoras. De acordo com pesquisa realizada pelo Ibope, o interesse do brasileiro em acompanhar a rivalidade dos times nos gramados, os combates do Ultimate Fighter e as performances de nossos atletas nas piscina e quadras vem crescendo no país nos últimos anos. Entre 2007 e 2012, esse fascínio exercido pelos programas de conteúdo esportivo foi ampliado, gerando audiência para as emissoras, que têm no telespectador apaixonado por esporte um público cativo.

O número de horas dedicadas às transmissões na grade das emissoras ocupou 232,5 mil nesse período. O futebol continua sendo o líder do interesse dos telespectadores. O Ibope ouviu 20.736 pessoas, com idades variando de 12 a 75 anos, das classes AB, C e DE.

Entre 20011 e 2012, o interesse pelos programas de conteúdo esportivo saltou 41%, passando de 37 mil horas para 53 mil horas dedicadas. O aumento se deve também, avalia o Ibope, pelo surgimento de programas esportivos levados ao ar pelos canais por assinatura.

Os pesquisadores são unânimes em afirmar que o futebol ainda é o líder na preferência do telespectador brasileiro, muito embora o interesse do torcedor por outras modalidades esportivas tenha aumento nos últimos anos. No ano passado, o futebol mereceu 29 mil horas de transmissão dedicadas ao esporte, o equivalente a impressionantes 54% de toda a programação esportiva exibida nas telinhas. Só para se ter um ideia da discrepância, o tênis, por exemplo, teve 2,5 mil horas, mesmo assim, por conta da transmissão de quatro torneios do Grand Slam.

Os pesquisadores ressaltam que a proximidade dos grandes eventos como a Copa das Confederações; a Copa do Mundo no ano que vem e os Jogos Olímpicos em 2016 contribuem para elevar esse interesse das emissoras em busca de audiência. As lutas, com o surgimento de novos ídolos, vêm assumindo um importante papel nesse cenário, sobretudo, avaliam os pesquisadores, depois que as tvs abertas adquiriram os direitos de transmissão dos confrontos.

As transmissões esportivas pela tv têm assumido um papel de destaque na grade de programação das emissoras. De acordo com pesquisa realizada pelo Ibope, o interesse do brasileiro em acompanhar a rivalidade dos times nos gramados, os combates do Ultimate Fighter e as performances de nossos atletas nas piscina e quadras vem crescendo no país nos últimos anos. Entre 2007 e 2012, esse fascínio exercido pelos programas de conteúdo esportivo foi ampliado, gerando audiência para as emissoras, que têm no telespectador apaixonado por esporte um público cativo.

O número de horas dedicadas às transmissões na grade das emissoras ocupou 232,5 mil nesse período. O futebol continua sendo o líder do interesse dos telespectadores. O Ibope ouviu 20.736 pessoas, com idades variando de 12 a 75 anos, das classes AB, C e DE.

Entre 20011 e 2012, o interesse pelos programas de conteúdo esportivo saltou 41%, passando de 37 mil horas para 53 mil horas dedicadas. O aumento se deve também, avalia o Ibope, pelo surgimento de programas esportivos levados ao ar pelos canais por assinatura.

Os pesquisadores são unânimes em afirmar que o futebol ainda é o líder na preferência do telespectador brasileiro, muito embora o interesse do torcedor por outras modalidades esportivas tenha aumento nos últimos anos. No ano passado, o futebol mereceu 29 mil horas de transmissão dedicadas ao esporte, o equivalente a impressionantes 54% de toda a programação esportiva exibida nas telinhas. Só para se ter um ideia da discrepância, o tênis, por exemplo, teve 2,5 mil horas, mesmo assim, por conta da transmissão de quatro torneios do Grand Slam.

Os pesquisadores ressaltam que a proximidade dos grandes eventos como a Copa das Confederações; a Copa do Mundo no ano que vem e os Jogos Olímpicos em 2016 contribuem para elevar esse interesse das emissoras em busca de audiência. As lutas, com o surgimento de novos ídolos, vêm assumindo um importante papel nesse cenário, sobretudo, avaliam os pesquisadores, depois que as tvs abertas adquiriram os direitos de transmissão dos confrontos.