Com 100% de pódios em 2015, Rafaela Silva busca o bicampeonato Mundial
Não há dúvidas de que Rafaela Silva, na categoria até 57kg, é uma das principais judocas do Brasil. O problema é que mais do que as outras lutadoras em cima do tatame, a judoca tem outra adversária durante as lutas: a própria mente. Afinal, quando ela está com a cabeça boa, os bons resultados aparecem. Mas quando a motivação não está em 100%, a situação se complica.
Na madrugada desta quarta-feira, a partir das 2h (de Brasília), a brasileira começa a busca pelo seu segundo título mundial, em Astana (KAZ). A expectativa é por um lugar no pódio. Resta saber como estará sua mente.
Aos 23 anos, Rafaela pode dizer que vive um dos principais momentos da carreira. Desde a conquista do Mundial de 2013, no Rio de Janeiro, disputou 12 competições e ficou fora do pódio só duas vezes: no Grand Slam de Tóquio (JAP), em 2013, e no Campeonato Mundial de Chelyabinsk (RUS), em 2014. Uma prova de que o lado psicológico está bom.
O problema é que o último resultado não foi o esperado. Apesar de ter levado a medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos de Toronto (CAN), no mês passado, a judoca tinha uma expectativa maior. Mas uma derrota inesperada para a canadense Catherine Beauchemin-Pinard acabou com a chances de ir ao lugar mais alto do pódio.
– Nas minhas duas primeiras lutas, entrei apática. Não lutei o que poderia ter lutado. (Após a semifinal) Vinha um de cada vez falando que não me reconhecia lutando e que eu tinha de buscar a Rafaela Silva que existe em mim – explicou a atleta brasileira, na época.
A própria comissão técnica da Seleção Brasileira sabe que o fator psicológico é muito importante para um bom desempenho de Rafaela. Atualmente na quarta colocação do ranking mundial, é difícil imaginá-la fora do pódio.
– Cada competição, ganhando ou perdendo, é um aprendizado – afirmou a atleta após o Pan.
Então, que a lição dessa vez seja com outra vitória. E a cabeça boa.
ANJOS
Mundial-2013
Focada e em casa, Rafaela Silva brilhou no Campeonato Mundial de 2013, no Rio de Janeiro. A brasileira se tornou a primeira mulher do país a conquistar um ouro na competição. Foram cinco vitórias na disputa.
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Pós-Mundial
Depois da conquista no Rio de Janeiro, Rafaela tem se mantido constante nas competições. Em 12 torneios desde então, só não foi ao pódio duas vezes, com dois quinto lugares (um deles no Mundial de 2014). Nessa temporada, tem dez vitórias e somente três derrotas.
DEMÔNIOS
Londres-2012
Rafaela Silva foi eliminada dos Jogos Olímpicos de 2012 por um golpe ilegal (tentou uma catada de perna na adversária). Depois, a judoca se desentendeu com algumas pessoas nas redes sociais e sofreu com ofensas racistas.
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Em 2015
Apesar de ter subido ao pódio nas três competições que disputou na temporada, a prata no Campeonato Pan-Americano de Edmonton e o bronze nos Jogos Pan-Americanos de Toronto ficaram abaixo do esperado. Nesse segundo torneio, ela admitiu não ter lutado bem.
Não há dúvidas de que Rafaela Silva, na categoria até 57kg, é uma das principais judocas do Brasil. O problema é que mais do que as outras lutadoras em cima do tatame, a judoca tem outra adversária durante as lutas: a própria mente. Afinal, quando ela está com a cabeça boa, os bons resultados aparecem. Mas quando a motivação não está em 100%, a situação se complica.
Na madrugada desta quarta-feira, a partir das 2h (de Brasília), a brasileira começa a busca pelo seu segundo título mundial, em Astana (KAZ). A expectativa é por um lugar no pódio. Resta saber como estará sua mente.
Aos 23 anos, Rafaela pode dizer que vive um dos principais momentos da carreira. Desde a conquista do Mundial de 2013, no Rio de Janeiro, disputou 12 competições e ficou fora do pódio só duas vezes: no Grand Slam de Tóquio (JAP), em 2013, e no Campeonato Mundial de Chelyabinsk (RUS), em 2014. Uma prova de que o lado psicológico está bom.
O problema é que o último resultado não foi o esperado. Apesar de ter levado a medalha de bronze nos Jogos Pan-Americanos de Toronto (CAN), no mês passado, a judoca tinha uma expectativa maior. Mas uma derrota inesperada para a canadense Catherine Beauchemin-Pinard acabou com a chances de ir ao lugar mais alto do pódio.
– Nas minhas duas primeiras lutas, entrei apática. Não lutei o que poderia ter lutado. (Após a semifinal) Vinha um de cada vez falando que não me reconhecia lutando e que eu tinha de buscar a Rafaela Silva que existe em mim – explicou a atleta brasileira, na época.
A própria comissão técnica da Seleção Brasileira sabe que o fator psicológico é muito importante para um bom desempenho de Rafaela. Atualmente na quarta colocação do ranking mundial, é difícil imaginá-la fora do pódio.
– Cada competição, ganhando ou perdendo, é um aprendizado – afirmou a atleta após o Pan.
Então, que a lição dessa vez seja com outra vitória. E a cabeça boa.
ANJOS
Mundial-2013
Focada e em casa, Rafaela Silva brilhou no Campeonato Mundial de 2013, no Rio de Janeiro. A brasileira se tornou a primeira mulher do país a conquistar um ouro na competição. Foram cinco vitórias na disputa.
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Pós-Mundial
Depois da conquista no Rio de Janeiro, Rafaela tem se mantido constante nas competições. Em 12 torneios desde então, só não foi ao pódio duas vezes, com dois quinto lugares (um deles no Mundial de 2014). Nessa temporada, tem dez vitórias e somente três derrotas.
DEMÔNIOS
Londres-2012
Rafaela Silva foi eliminada dos Jogos Olímpicos de 2012 por um golpe ilegal (tentou uma catada de perna na adversária). Depois, a judoca se desentendeu com algumas pessoas nas redes sociais e sofreu com ofensas racistas.
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Em 2015
Apesar de ter subido ao pódio nas três competições que disputou na temporada, a prata no Campeonato Pan-Americano de Edmonton e o bronze nos Jogos Pan-Americanos de Toronto ficaram abaixo do esperado. Nesse segundo torneio, ela admitiu não ter lutado bem.

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