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Thiago Silva no Flu? Relembre ídolos que retornaram aos antigos clubes

Aos 35 anos de idade, Thiago Silva está livre no mercado. Antigo sonho do Fluminense e torcedor declarado do clube, o zagueiro não terá o seu contrato renovado no Paris Saint-Germain, da França. Será que o xerifão retorna ao Tricolor após 12 anos na Europa? Ainda tem bola pra gastar no futebol brasileiro? Confira nessa galeria alguns jogadores que retornaram aos clubes onde são ídolos.
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Criado nas divisões de base do Flamengo, Júlio César retornou ao clube em 2018 para uma rápida passagem antes de se aposentar dos gramados. O goleiro havia saído da Gávea em 2004 rumo ao futebol italiano, onde defendeu o Chievo e foi multicampeão com a Inter de Milão. Na Europa, Júlio defendeu também o Benfica e o QPR, além de ter disputado três Copas do Mundo com a Seleção Brasileira.
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Revelado pelo São Paulo no início dos anos 2000, conquistando os Brasileiros de 2007 e 2008 pelo clube, Hernanes passou um longo tempo no futebol italiano, onde atuou por Lazio, Inter de Milão e Juventus. Em 2017, após rápida passagem pela China, retornou ao São Paulo, mas logo voltou ao futebol chinês. Em 2019, porém, o "Profeta" chegou em definitivo ao Morumbi, onde está até hoje.
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Um dos maiores ídolos da história recente do Vasco, Juninho teve a sua primeira passagem pelo clube entre 1995 e 2000. Em 2001, se transferiu para a França, onde virou ídolo do Lyon. Dez anos mais tarde o jogador retornou à São Januário para a alegria da torcida vascaína.
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Caso retorne às Laranjeiras, Thiago Silva terá uma boa disputa pela vaga de principal nome da equipe. Isso porque Fred, outro ídolo tricolor, acertou no mês passado a sua volta. O atacante retorna após quatro anos longe, onde defendeu o Atlético Mineiro e o Cruzeiro.
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Bicampeão brasileiro (2002 e 2004) com o Santos no início da carreira, Robinho não demorou muito para ser vendido ao Real Madrid, da Espanha, em 2005. Cinco anos depois, em 2010, o atacante voltou para a sua segunda passagem e em 2014 para a sua terceira.
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Da mesma geração que Júlio César, Juan também brilhou na Europa - defendeu o Bayer Leverkusen e a Roma - e na Seleção Brasileira antes de voltar ao Flamengo. Antes de fechar com o clube da Gávea em 2016, no entanto, passou quatro anos no Internacional. Juan encerrou a carreira em 2019, no Rubro-Negro.
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Outro ídolo vascaíno que brilhou primeiro nos anos 90, Felipe retornou à São Januário em 2010 após vestir as camisas de Galatasaray, Flamengo, Fluminense e Al Sadd.
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Campeão brasileiro com o Cruzeiro em 2014, em sua segunda passagem pelo clube, Marcelo Moreno voltou novamente para Minas Gerais em 2020. Com a Raposa na 2ª divisão, o centroavante acertou o seu retorno ao clube que o lançou para a Europa no início da carreira.
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Um dos maiores ídolos da história do São Paulo, Kaká retornou ao Morumbi em 2014 após brilhar com as camisas do Milan e do Real Madrid por mais de uma década. No ano seguinte se transferiu para o Orlando City, dos Estados Unidos, onde encerrou a carreira em 2017.
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Campeão da Libertadores com o Atlético Mineiro em 2013, Diego Tardelli acertou o seu retorno ao Galo em 2020.
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Criado nas divisões de base do Coritiba, onde estreou como profissional em 1995, Alex retornou ao Coxa em 2013, após brilhar também com as camisas de Palmeiras e Fenerbahçe, da Turquia. O meia se aposentou em 2014.
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Contratado junto ao Colo-Colo do Chile, em 2006, Valdívia conquistou rapidamente a torcida do Palmeiras. Em 2009, porém, foi negociado com o Al Ain, dos Emirados Árabes. Sua volta, no entanto, não demorou muito. Em 2010 o chileno acertou o seu retorno ao clube paulista, conquistando duas Copas do Brasil.
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Companheiro de Roberto Dinamite no ataque do Vasco em meados dos anos 80, Romário foi vendido ao PSV em 1988. Além do clube holandês, o Baixinho brilhou também no Barcelona e na Seleção, antes de voltar ao Brasil em 1995 para defender o Flamengo. Em 1999, porém, após brigar com a diretoria rubro-negra, o artilheiro acertou a sua volta à São Januário, conquistando o Brasileiro e a Mercosul de 2000.
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Campeão brasileiro e artilheiro em 1995, Túlio deixou o Botafogo em 1997, negociado com o Corinthians. Em 98, após ter defendido também o Vitória, voltou ao Glorioso. Em 99, passou por Fluminense, Cruzeiro e Vila Nova, retornando novamente ao Botafogo em 2000.
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Revelado pelo Flamengo em 2000, Adriano foi negociado com a Inter de Milão em 2001. Após virar ídolo na Itália, retornou ao Rubro-Negro em 2009 para conquistar o Campeonato Brasileiro e se consolidar também como um ídolo no clube carioca.
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Campeão brasileiro, da Libertadores e Mundial com o Corinthians entre 2011 e 2012, Emerson Sheik passou depois por Botafogo, Flamengo e Ponte Preta antes de retornar ao Alvinegro para encerrar a carreira, em 2018.
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Um dos maiores ídolos do Internacional, D'Alessandro ficou um ano emprestado ao River Plate, da Argentina, entre 2016 e 2017, retornando ao Colorado no 2º semestre de 2017 para a disputa da Série B.
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Ídolo do Corinthians na década de 90 e início dos anos 2000, Marcelinho retornou ao clube em 2006, após passagens por Santos, Gamba Osaka, Vasco, Al Nassr, Ajaccio e Brasiliense.
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Um dos principais destaques do Grêmio na vitoriosa campanha da Libertadores de 1995, Paulo Nunes depois atuou por Palmeiras e Benfica, de Portugal, antes de retornar ao Olímpico, em 2000.
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Destaque do River Plate no fim dos anos 90, Sorín vestiu a camisa do Cruzeiro pela primeira vez em 2000. E não demorou muito para cair nas graças da torcida. O lateral argentino, no entanto, deixaria o clube em 2002, passando por Lazio, Barcelona e PSG antes de voltar à Minas Gerais, em 2004. Logo em seguida, porém, retornaria à Europa para defender Villarreal, da Espanha, e Hamburgo, da Alemanha, voltando ao Cruzeiro em 2008 para mais duas temporadas antes da aposentadoria.
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Bicampeão brasileiro com o Palmeiras no inícios dos anos 90, Edmundo voltou ao Palmeiras em 2007 para mais duas temporadas
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Em 2008, Edmundo encerrou a carreira no Vasco, clube que já havia defendido em 92, 96-97, 99-2000 e 2003.
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Zico é outro que foi e voltou. Maior ídolo da história do Flamengo, disputou duas temporadas pela Udinese, da Itália, antes de voltar ao Rubro-Negro em 85.
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Maior ídolo da história do Vasco, Roberto Dinamite teve uma rápida passagem pelo Barcelona, em 1980. Quando retornou ao Maracanã, ainda no mesmo ano, brilhou marcando 5 gols na goleada por 5 a 2 sobre o Corinthians.
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Um dos principais nomes do Atlético no fim dos anos 90 e início dos anos 2000, Marques trocou o Galo pelo Vasco em 2003. No ano seguinte acertou sua ida para o futebol japonês, onde defendeu o Nagoya Grampus, do Japão, por duas temporadas. Em 2005, porém, Marques voltou ao Atlético para a sua segunda passagem, dessa vez mais curta, saindo no início de 2006 de novo para o Japão. Em 2008 o atacante retornou para a sua última passagem pelo time mineiro, encerrando a carreira no clube em 2010.
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Um dos maiores artilheiros da história do Vasco, sendo um dos símbolos do clube nos anos 90, Valdir deixou São Januário pela primeira vez em 1996, quando foi negociado com o São Paulo. O Bigode voltaria ao Cruz-Maltino somente em 2002, permanecendo até 2004.
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Bicampeão brasileiro com o Palmeiras em 93/94, Evair deixou o clube na temporada seguinte para defender o Yokohama Flugels, do Japão. O camisa 9 voltaria ao Brasil em 97, mas para defender o Atlético Mineiro e posteriormente o Vasco e a Portuguesa. Em 1999, porém, Evair acertou novamente com o Palmeiras, ajudando na conquista da Libertadores daquele ano.
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Criado nas divisões de base do Corinthians, tendo estreado em 2003, Jô foi negociado rm 2006 com o CSKA, da Rússia. Depois passou por Manchester City, Everton, Galatasaray, Internacional e Atlético Mineiro, além de países como Emirados Árabes e China, antes de voltar ao Timão em 2017. E voltou sendo campeão e artilheiro do Brasileirão.
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Apesar do gol marcado na final do Campeonato Carioca de 2001, sobre o Vasco, ser sempre lembrado como o grande feito de Petkovic, a maior conquista do sérvio com a camisa do Flamengo não foi essa. Após defender Vasco, Fluminense, Goiás, Santos e Atlético Mineiro, o meia retornou à Gávea em 2009 para ajudar o clube a conquistar o Campeonato Brasileiro daquele ano.
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Campeão brasileiro com o Vasco em 1989, Bebeto retornou ao clube em 2001, já em fim de carreira
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Além do Vasco, Bebeto também teve duas passagens pelo Flamengo. A primeira, mais vitoriosa, entre 1983 e 1989. A segunda, mais curta e discreta, em 1996.
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Revelado pelo Vitória, Bebeto também passou mais de uma vez pelo clube: em 1982, no início de carreira, em 1997 e em 2000.
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Bicampeão da Libertadores e campeão Mundial com o São Paulo no início dos anos 90, Raí retornou ao Morumbi em 1998 para encerrar a carreira.
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Da mesma geração vitoriosa de Robinho e Diego no Santos, Elano teve outras três passagens pelo Peixe: em 2011-2012, em 2015 e em 2016.
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Um dos maiores artilheiros da história do Cruzeiro, Marcelo Ramos também passou mais de uma vez pelo clube. Contratado em 1995 após se destacar no Bahia, o atacante foi negociado em 97 com o PSV, da Holanda, mas retornou em seguida. Depois passou por Palmeiras e São Paulo, voltando a vestir a camisa cruzeirense em 2001. Na sequência, ficou um ano no Japão, retornando à Minas em 2002 para sua última passagem.
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Um dos principais artilheiros do São Paulo no início dos anos 2000, Luis Fabiano brilhou no Sevilla, da Espanha, por quase seis temporadas completas antes de retornar ao São Paulo em 2011.
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Campeão da Libertadores com o Palmeiras em 1999, Roque Júnior foi negociado com o Milan, da Itália, em 2000. Depois ainda passou um longo período no Bayer Leverkusen antes de voltar ao Verdão em 2008.
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Companheiro de Túlio no título brasileiro de 1995, Donizete também passou pelo Botafogo mais de uma vez. Entre 89 e 90, o atacante já havia defendido o Glorioso, mas logo se transferiu para o México. O retorno ao Brasil veio com o título de 95, mas depois o Pantera vestiu outras camisas, como as de Corinthians, Cruzeiro, Vasco e Benfica, antes de voltar ao Alvinegro em 2000.
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Principal destaque do Bahia campeão brasileiro em 1988, Bobô vestiu depois as camisas de São paulo, Flamengo, Fluminense, Corinthians e Internacional antes de voltar ao Tricolor Baiano em 1995.
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