Em dia sem Michael Phelps, natação na Rio-2016 vê chuva de recordes
Três novas marcas mundiais são estabelecidas no Estádio Aquático. Katinka Hosszu, a Dama de Ferro, encerra jejum olímpico em grande estilo

As competições da natação nos Jogos Rio-2016 começaram neste sábado sem a presença do astro Michael Phelps, que ainda não estreou no Estádio Aquático. Mas nem por isso o dia foi morno ou sem emoções. A jornada teve a quebra de três recordes mundiais, um deles estabelecido pela Dama de Ferro das piscinas, a húngara Katinka Hosszu.
A atleta de 27 anos está em sua quarta Olimpíada (disputou a primeira em Atenas-2004 aos 15 anos), mas nunca havia subido no pódio. Neste sábado, ela findou seu tabu pessoal em grande estilo, com ouro e recorde mundial nos 400m medley. Ela venceu com o tempo de 4m26s36, mais de dois segundos abaixo da antiga marca (4m28s43).
Um pouco mais cedo, nas eliminatórias, coube ao britânico Adam Peaty inaugurar a sequência dos recordes. Ele quebrou sua própria marca nos 100m peito, ao nadar para 57s55. À noite, nas finais, Peaty não conseguiu baixar o tempo, mas mesmo assim irá para a decisão da medalha como o melhor das semifinais, com o tempo de 57s62.
Na derradeira prova do dia, o revezamento 4x100m livre, a favorita Austrália faturou o ouro também com recorde mundial. Nem mesmo a menina prodígio Katie Ledecky, que nadou pelos Estados Unidos, impediu o feito australiano. O quarteto formado por Emma McKeon, Brittany Elmslie e as irmãs Bronte e Cate Campbell finalizaram a distância em 3m30s65. O recorde antigo, também da Austrália, era de 3m30s98.
O primeiro dia das competições deixou a sensação que outros feitos notáveis virão pela frente nos próximos dias no Estádio Aquático.
Torcida empurra brasileiros, mas não vê premiação
O público não lotou o Estádio Aquático no Parque Olímpico, e foi tímido em seu papel de torcedor. Os brasileiros só se empolgaram mesmo quando seus compatriotas estavam na piscina. Foi o que aconteceu na semifinal dos 100m peito masculino. Felipe França e João Gomes Jr. tiveram seus nomes gritados efusivamente pelos fãs. E a energia deu certo. Ambos passaram para a final da prova, que acontecerá neste domingo.
No demais, os torcedores foram comedidos nas arquibancadas. E isso ficou mais evidente após o término da última prova, o revezamento 4x100m livre feminino. A premiação da competição aconteceu para uma arena quase vazia. Nem parecia que ali se realizava uma entrega olímpica de medalhas. O horário, no entanto, deve ter incentivado o público a ir para casa com pressa. Toda a cerimônia terminou à meia-noite.

Mais Esportes
Férias de janeiro: celebre o legado dos Jogos de 2016 no Rio Museu Olímpico
Há 6 meses
Mais Esportes
Campo Olímpico de Golfe retomará atividades no sábado, no Rio
Há 6 anos
Mais Esportes
Campo Olímpico de Golfe disputa prêmio de melhor do mundo
Há 6 anos
Mais Esportes
Os planos para o campo olímpico de golfe do Rio para 2020
Há 6 anos
Mais Esportes
Ginasta brasileira brilha nos EUA e prepara futuras campeãs
Há 6 anos
Mais Esportes
Queda de investimentos põe o futuro do vôlei em xeque e leva CBV a agir
Há 7 anosMais LANCE!

Ryan Lochte é suspenso por 14 meses após infringir regras de doping

Rafaela Silva relata preconceito ao ser parada por policiais no Rio

Michael Phelps anuncia o nascimento de seu segundo filho

'Pensei em suicídio', revela Phelps, em conferência sobre saúde mental

Nas redes sociais, atletas postam fotos em clima natalino

FBI investiga compra de votos na escolha do Rio como sede olímpica

Após pressão, COB marca Assembleia para rever participação dos atletas

Comissão de Atletas pede ao COB revisão de votação do estatuto

Ouro na Rio 2016 vence MasterChef com receita em homenagem ao Brasil

Presidente do COB diz que entidade já mudou e pede: 'Vejam com outros olhos'

Emais de dirigentes do COB indicam troca de favores com o COI

Após Rio-2016, Arena Carioca 1 receberá 19 jogos do NBB

Wanderley altera estatuto do COB para não assumir Comitê Rio-2016



