O empate contra o Juventude na última sexta-feira, por 1 a 1, escancarou um problema visível do Bahia nesta temporada, em especial depois do início do Campeonato Brasileiro: o desempenho longe da Arena Fonte Nova. Com o resultado amargo no Alfredo Jaconi, o Tricolor vai completar três meses sem vencer fora de casa e pode se complicar ainda mais na briga por uma vaga direta na fase de grupos da Libertadores se mantiver essa escrita.
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A última vez que o Bahia venceu um jogo como visitante foi no dia 3 de setembro, quando goleou o Confiança por 4 a 1 no Batistão, no primeiro jogo da final da Copa do Nordeste. De lá para cá, foram nove partidas nestas condições (oito pelo Brasileirão e uma pela Copa do Brasil), com seis derrotas e três empates (11% de aproveitamento).
Em todo o Campeonato Brasileiro, a equipe de Rogério Ceni jogou 18 vezes como visitante e conquistou apenas 15 pontos, com três vitórias, seis empates e nove derrotas (27,7% de aproveitamento). Esse desempenho abaixo do esperado é pior do que o de todos os times que brigam diretamente por classificação à competição continental.
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Nenhum time do G-10 da Série A, por sinal, tem um rendimento pior que o do Bahia jogando fora de casa. A quantidade de pontos deixados pelo caminho poderiam credenciar o Tricolor a brigar até mesmo por título brasileiro. Mas não adianta chorar o leite derramado.
Além da partida contra o Sport, marcada para as 20h desta quarta-feira (horário de Brasília), na Arena Fonte Nova, o Bahia fecha o Brasileirão com um confronto direto contra o Fluminense, no Maracanã, no dia 7 de dezembro.
— Jogamos muitos jogos em casa e ganhamos quase de todo mundo. Temos que continuar fazendo o que fizemos. Hoje poderíamos ter vencido. Vamos descansar os jogadores, tentar ganhar os pontos e lutar pela quinta vaga. Acho que ainda temos chances, mas vamos ter que fazer diferente do que fizemos hoje — disse Rogério Ceni depois do empate contra o Juventude.