Bernardinho

Bernardinho durante a apresentação do time do Rexona-Sesc no Rio de Janeiro (Foto: Glaucon Fernandes / Eleven)

LANCE!
01/10/2016
17:41
Rio de Janeiro (RJ)

Mais de um mês após o fim dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro, no dia 21 de agosto, a indefinição sobre a continuidade (ou não) do técnico Bernardinho no comando da Seleção Brasileira masculina de vôlei continua. Neste sábado, em evento para a apresentação do elenco do Rexona-Sesc para a temporada de 2016/2017, o treinador manteve o mistério.

– Até o fim do ano, resolvemos. Com calma, para que seja o melhor para todo mundo – resumiu o comandante ao Globoesporte.com.

Logo após a conquista do ouro olímpico na Rio-2016, o segundo como treinador do time masculino depois de vencer em Atenas-2004 (ele ainda tem duas pratas, de Pequim-2008 e Londres-2012), Bernardinho deixou no ar a possibilidade de deixar o comando da Seleção para dedicar mais tempo para a família.

– Estou pensando com calma. Trabalhando, montando projeto, vendo todas as nossas perspectivas para esses quatro anos. Estou trabalhando na estruturação do projeto. Mais importantes que as pessoas é o projeto. Estamos estabelecendo prioridades para que possamos chegar bem em Tóquio (em 2020). Esse é o objetivo maior do projeto. Com calma, vamos ver o que é melhor para o projeto e para mim – avaliou.

Bernardinho, de 57 anos, está no comando da Seleção masculina desde 2001. Vale lembrar que, além dos compromissos com o Brasil, o técnico permanece à frente do Rexona-Sesc, nas competições femininas.

Enquanto a situação entre os homens não tem uma definição, a equipe feminina do Brasil já tem seu comandante para o próximo ciclo olímpico. Na semana retrasada, a Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) anunciou a renovação do contrato de José Roberto Guimarães. Vale lembrar que as mulheres caíram nas quartas de final dos Jogos Olímpicos do Rio, para a China, a campeã.