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20/08/2015
10:00

A palavra é uma só: coragem. O grande desafio para o péssimo Vasco dos últimos meses é não ter medo do sucesso. Arriscar, atacar, ter bravura, gana. Claro, aliando a tudo isso qualidade técnica característica de alguns destes jogadores. Não é fácil, mas é preciso, e a começar por Jorginho, que foi contratado para dar mais do que o famoso ânimo aos atletas pela chegada de um novo comandante.

As mudanças feitas pelo novo treinador alteraram muito pouco da cara do time cruz-maltino. É bem verdade que houve pouco tempo de treino. Mas todos sabem que o Vasco precisa mudar – e muito. O time precisa mudar por inteiro. De cara, de características, de rotina. E tudo isso começa pela coragem de todos.

A partida teve um desenho ótimo para o time de São Januário. O primeiro tempo foi equilibrado, mas com chances criadas, mesmo que em pouca quantidade. Na segunda etapa, um gol convertido mesmo sem a equipe render um futebol igual ao da primeira etapa. Em seguida a expulsão. E ali era o momento para a coragem de Jorginho aparecer. Por que manter o lento Julio dos Santos, mesmo com um a mais em campo? Por que demorar tanto a substituir? Seria medo levar o empate ao arriscar uma vitória mais expressiva?

Era a chance de o Cruz-Maltino abrir vantagem maior, numérica e psicológica, para o duelo da volta. Mais. Era oportunidade de provar que o time de ataque escasso mudara. E que a equipe forte em clássicos, enfim, seria capaz de reproduzir a força nas demais partidas.

É bom ganhar clássicos? É óbvio que sim. Mas receio que, sem a devida coragem, esta seja a melhor lembrança que o Cruz-Maltino terá de 2015. A fuga da degola no Campeonato Brasileiro exige que o Vasco faça história. Jogadores e técnico precisarão ser heróis. E os heróis precisam de coragem.

E MAIS:
> Jorge Henrique se emociona e oferece gol da vitória do Vasco para o filho
> ATUAÇÕES: Jorge Henrique decide e Vasco vence o Fla no Maracanã


A palavra é uma só: coragem. O grande desafio para o péssimo Vasco dos últimos meses é não ter medo do sucesso. Arriscar, atacar, ter bravura, gana. Claro, aliando a tudo isso qualidade técnica característica de alguns destes jogadores. Não é fácil, mas é preciso, e a começar por Jorginho, que foi contratado para dar mais do que o famoso ânimo aos atletas pela chegada de um novo comandante.

As mudanças feitas pelo novo treinador alteraram muito pouco da cara do time cruz-maltino. É bem verdade que houve pouco tempo de treino. Mas todos sabem que o Vasco precisa mudar – e muito. O time precisa mudar por inteiro. De cara, de características, de rotina. E tudo isso começa pela coragem de todos.

A partida teve um desenho ótimo para o time de São Januário. O primeiro tempo foi equilibrado, mas com chances criadas, mesmo que em pouca quantidade. Na segunda etapa, um gol convertido mesmo sem a equipe render um futebol igual ao da primeira etapa. Em seguida a expulsão. E ali era o momento para a coragem de Jorginho aparecer. Por que manter o lento Julio dos Santos, mesmo com um a mais em campo? Por que demorar tanto a substituir? Seria medo levar o empate ao arriscar uma vitória mais expressiva?

Era a chance de o Cruz-Maltino abrir vantagem maior, numérica e psicológica, para o duelo da volta. Mais. Era oportunidade de provar que o time de ataque escasso mudara. E que a equipe forte em clássicos, enfim, seria capaz de reproduzir a força nas demais partidas.

É bom ganhar clássicos? É óbvio que sim. Mas receio que, sem a devida coragem, esta seja a melhor lembrança que o Cruz-Maltino terá de 2015. A fuga da degola no Campeonato Brasileiro exige que o Vasco faça história. Jogadores e técnico precisarão ser heróis. E os heróis precisam de coragem.

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