Jorginho orienta os jogadores do Vasco (Fotos: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br)

Jorginho orienta os jogadores do Vasco para manter concentração (Fotos: Carlos Gregório Jr/Vasco.com.br)

LANCE!
19/04/2016
11:00
Rio de Janeiro (RJ)

O Vasco tem motivos para otimismo antes da semifinal do Campeonato Carioca, domingo, contra o Flamengo, em Manaus. O time conta com os gols de Nenê e Riascos e alcançou contra o Fluminense a sequência de 21 jogos de invencibilidade. Também vive retrospecto favorável em clássicos. Dos últimos 16 confrontos que disputou contra Flamengo, Botafogo e Fluminense, saiu derrotado apenas uma vez – para o Flu.

Como tem a melhor campanha no Estadual e levantou o título da Taça Guanabara, o Vasco tem a vantagem e está a três empates de conquistar o título do Carioca. Passando pelo Flamengo (em jogo único), enfrentará na final o vencedor da outra semifinal, disputada entre Fluminense e Botafogo (em sistema de ida e volta).

Desde 29 de março de 2015, o Vasco disputou 16 clássicos. Foram oito contra o Flamengo (sendo cinco vitórias e três empates), cinco diante do Botafogo (com três vitórias e dois empates), e três contra o Fluminense (duas vitórias e uma derrota, acontecida em 1 de novembro de 2015, pelo Brasileiro). Foram 17 gols marcados pelo Vasco nestas partidas, contra oito sofridos. O time tem aproveitamento de 72,9%.

Pensando mais à frente, o Vasco não está satisfeito apenas com maior a invencibilidade do clube no século e mira para a marca de toda a história. Esta sequência de 21 partidas sem perder, com 15 vitórias e seis empates, está na oitava posição do ranking. Caso não perca para o Flamengo, já sobe uma colocação, ultrapassando o atual sétimo lugar de também 21 jogos, mas com 18 vitórias e três empates, obtida em 1947.

A maior sequência de invencibilidade de toda a história do Vasco é de 35 partidas, com 28 vitórias e sete empates. O primeiro jogo deste período foi a vitória sobre o Bangu por 3 a 0 no dia 29 de abril de 1945. A partida que encerrou a marca foi em 24 de fevereiro de 1946, na goleada sobre o Libertad, do Paraguai, por 6 a 1. Para o time de Nenê e companhia chegar a este número, faltam 15 jogos.