icons.title signature.placeholder Amélia Sabino, Carlos Alberto Vieira e Leo Burlá
06/12/2013
11:41

Apesar de contar com a presença de outros campeóes do mundo  - Cafu, Hurst, Hierro, Kempes, Ghiggia, Cannavaro  e Matthaus, Zidane foi o centro das atenções durante a entrevista dos ex-jogadores que participaram da entrevista nesta quinta-feira. Quase todas as perguntas foram endereçadas a ele. Até mesmo uma sobre o Bom Senso. Veja alguns trechos.

No sorteio desta sexta-feira, o que você prefere para a França?

'Adoraria que entrasse num grupo difícil de cara para não dizer que jogamos só contra equipes menores. Não tenho medo de enfrentar equipes difíceis. A melhor coisa é jogar com equipes difíceis logo nos primeiros jogos. Acho que é o melhor.'

Qual a importância que é uma seleção jogar uma Copa do Mundo em seu país ?

'Ter todos os torcedores ao seu lado. Em 1998 fizemos uma partida catastrófica na véspera da Copa e ninguém imaginava o que a França poderia fazer. Mas quando entramos na competição, os torcedores nos empurraram. Para nós, era o momento de fazer uma coisa grandiosa e fizemos.  A final contra o Brasil foi a cereja do nosso sundae, a lembrança mais doce da minha vida'.

O Brasil então é o favorito?

'Numa Copa é sempre difícil falar de favoritos. Todos são favoritos e se classificaram para isso. A distância entre as melhores equipes diminuiu. Só espero que seja um Copa linda e depois veremos o que vai acontecer. Mas não ficaremos longe das seleções mais reconhecidas.'

O Brasil não costuma se dar bem contra a França...

'Cada vez que temos oportunidade de jogar contra o Brasil é excelente. Quando temos a camisa amarela pela frente é mais complicado, mas a minha geração teve a sorte de vencer e foi a coisa mais bonita que nos poderia ter acontecido.

Se considera o carrasco da Seleção Brasileira?

“Vejo que o brasileiro não me odeia. Sempre que eu estive aqui fui sempre muito bem recebido. Nunca ninguém ficou contra mim. Os brasileiros ja ganharam  muitas copas e por isso são generosos.”