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30/04/2014
18:19

O assunto Alan Kardec continua repercutindo entre são-paulinos e palmeirenses. Se no Verdão o goleiro Fernando Prass e o meia Valdivia se pronunciaram sobre a transferência, no Tricolor foi o zagueiro Antonio Carlos o primeiro a falar entre os atletas. E o camisa 4 o fez por insistência, pois acredita que os jogadores não deveriam se envolver na polêmica.

Antonio Carlos teve de ser perguntado duas vezes para poder reprovar a atitude dos jogadores alviverdes e discordar da fala do presidente Paulo Nobre, do rival. De acordo com o zagueiro, situações como essa são comuns no futebol e o discurso fugiu da realidade.

- Eles (Prass e Valdivia) também tinham que ficar de fora. É coisa de diretoria para diretoria. Mas a entrevista que vi do lado de lá foi uma coisa sem nexo. Porque o cara está negociando um contrato lá, e não foi nada acertado. O cara tem total liberdade de querer assinar com São Paulo, Corinthians, quem ele quiser - afirmou o zagueiro.

- É uma escolha mais do Alan do que do São Paulo. A vontade dele vir para cá ou outro clube que vai prevalecer. Tem que respeitar o jogador, porque também fez belo trabalho lá. Tem que buscar quem vai valorizá-lo - completou Antonio.

O auge da polêmica entre São Paulo e Palmeiras foram as declarações de seus presidentes. Nobre chamou o Tricolor de "antiético e sorrateiro". Aidar disse que o Verdão está se apequenando e chamou de "patéticas" as declarações do mandatário rival. Há quem diga que a rixa pode chegar às arquibancadas e gerar violência entre torcedores.

- O torcedor tem que ir lá para torcer, ir para casa, ficar feliz e brincar com outros torcedores. Mas temos que ficar fora disso - afirmou o zagueiro.