icons.title signature.placeholder Frederico Ribeiro
icons.title signature.placeholder Frederico Ribeiro
10/07/2013
15:29

Vídeos motivacionais, palavras de incentivo, campanhas nas redes sociais e camisas com dizeres emblemáticos. O ar de decisão entre Atlético-MG e Newell's é de grande esperança da torcida do Galo e do próprio técnico Cuca. Mas um fato histórico do São Paulo, que já foi lembrado por alguns atleticanos simboliza ao máximo a missão do Alvinegro nesta quarta. E um dos personagens do êxito Tricolor em 1993 confia na virada do time brasileiro.

Há 20 anos, São Paulo enfrentava o Newell's Old Boys nas oitavas de final da Libertadores. Para os Leprosos, era a chance de vingar a final perdido na mesma competição, para o mesmo adversário, um ano antes. O primeiro capítulo foi 2 a 0 para o NOB. Na volta, com promoção de ingressos, o Tricolor devolveu a derrota com juros e correção monetária: 4 a 0.

O zagueiro Ronaldão, que seria campeão mundial pela Seleção Brasileira um ano depois, lembrou como foi a preparação mental para aquele compromisso que poderia impedir o bicampeonato continental do São Paulo, que era treinado por Telê Santana.

- Com o Telê Santana era vencer ou vencer, não tinha motivação (risos). Eu estava conversando com amigos e parentes aqui na minha casa (no interior de São Paulo) sobre esse jogo do Atlético-MG e lembrei que conseguimos reverter a mesma desvantagem contra o Newell's, em 93. Nos dias antes dos jogos, a torcida nos apoiava. Éramos o atual campeão da Libertadores e precisávamos dar uma resposta - disse Ronaldão, ao LANCE!Net.

O grande São Paulo no começo da década de 1990 era comandado por um ídolo também do Galo. Com futebol ofensivo, o Tricolor de Raí e Cia. deu um show no Morumbi e não deixou o Newell's ver a bola, quase. Serve de exemplo para o Alvinegro. Mas Ronaldão, como bom zagueiro que foi, lembrou que a zaga teve um trabalho especial na goleada.

- Sabíamos que não poderíamos levar gol. Mesmo que um 4 a 1 poderia ser favorável, entramos em campo com a clara missão de parar o ataque do Newell's.

Naquela ocasião, a diretoria do São Paulo decidiu fazer uma promoção dos ingressos para que a casa do time tivesse 40 mil lugares ocupados. Para Ronaldão, o peso do incentivo da torcida do São Paulo será o mesmo que a torcida do Atlético-MG terá nesta quarta.

- O jogo vai ser no Independência, não é? Acho que o Atlético-MG tem time para passar de fase e ir à final. Se vencer o Newell's pelo placar certo, será o campeão. A torcida vai apoiar, será um caldeirão no jogo. Mas acredito que a raça será igualada com a raça do argentino. Então, o Galo tem que vencer na superioridade técnica que possui.

Noite de Raí?

No dia 14 de abril de 1993, o Newell's Old Boys perdeu para o grande time brasileiro da época que contava com o grande craque em solo brasileiro: Raí. Com o melhor técnico do país, o camisa 10 marcou dois gols no lendário goleiro leproso Scoponi e foi o herói da classificação.

Nesta quarta, Cuca divide o título de melhor do país com Tite e tem um mago do futebol como camisa 10. Ronaldinho é a grande esperança da Massa. Se o dentuço tiver uma noite de Raí, a classificação está encaminhada para o Galo.


Vídeos motivacionais, palavras de incentivo, campanhas nas redes sociais e camisas com dizeres emblemáticos. O ar de decisão entre Atlético-MG e Newell's é de grande esperança da torcida do Galo e do próprio técnico Cuca. Mas um fato histórico do São Paulo, que já foi lembrado por alguns atleticanos simboliza ao máximo a missão do Alvinegro nesta quarta. E um dos personagens do êxito Tricolor em 1993 confia na virada do time brasileiro.

Há 20 anos, São Paulo enfrentava o Newell's Old Boys nas oitavas de final da Libertadores. Para os Leprosos, era a chance de vingar a final perdido na mesma competição, para o mesmo adversário, um ano antes. O primeiro capítulo foi 2 a 0 para o NOB. Na volta, com promoção de ingressos, o Tricolor devolveu a derrota com juros e correção monetária: 4 a 0.

O zagueiro Ronaldão, que seria campeão mundial pela Seleção Brasileira um ano depois, lembrou como foi a preparação mental para aquele compromisso que poderia impedir o bicampeonato continental do São Paulo, que era treinado por Telê Santana.

- Com o Telê Santana era vencer ou vencer, não tinha motivação (risos). Eu estava conversando com amigos e parentes aqui na minha casa (no interior de São Paulo) sobre esse jogo do Atlético-MG e lembrei que conseguimos reverter a mesma desvantagem contra o Newell's, em 93. Nos dias antes dos jogos, a torcida nos apoiava. Éramos o atual campeão da Libertadores e precisávamos dar uma resposta - disse Ronaldão, ao LANCE!Net.

O grande São Paulo no começo da década de 1990 era comandado por um ídolo também do Galo. Com futebol ofensivo, o Tricolor de Raí e Cia. deu um show no Morumbi e não deixou o Newell's ver a bola, quase. Serve de exemplo para o Alvinegro. Mas Ronaldão, como bom zagueiro que foi, lembrou que a zaga teve um trabalho especial na goleada.

- Sabíamos que não poderíamos levar gol. Mesmo que um 4 a 1 poderia ser favorável, entramos em campo com a clara missão de parar o ataque do Newell's.

Naquela ocasião, a diretoria do São Paulo decidiu fazer uma promoção dos ingressos para que a casa do time tivesse 40 mil lugares ocupados. Para Ronaldão, o peso do incentivo da torcida do São Paulo será o mesmo que a torcida do Atlético-MG terá nesta quarta.

- O jogo vai ser no Independência, não é? Acho que o Atlético-MG tem time para passar de fase e ir à final. Se vencer o Newell's pelo placar certo, será o campeão. A torcida vai apoiar, será um caldeirão no jogo. Mas acredito que a raça será igualada com a raça do argentino. Então, o Galo tem que vencer na superioridade técnica que possui.

Noite de Raí?

No dia 14 de abril de 1993, o Newell's Old Boys perdeu para o grande time brasileiro da época que contava com o grande craque em solo brasileiro: Raí. Com o melhor técnico do país, o camisa 10 marcou dois gols no lendário goleiro leproso Scoponi e foi o herói da classificação.

Nesta quarta, Cuca divide o título de melhor do país com Tite e tem um mago do futebol como camisa 10. Ronaldinho é a grande esperança da Massa. Se o dentuço tiver uma noite de Raí, a classificação está encaminhada para o Galo.