icons.title signature.placeholder Frederico Ribeiro
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17/07/2013
07:40

Se o Atlético-MG não poderá contar com Bernard e Leandro Donizete para o primeiro jogo da final da Copa Libertadores, contra o Olimpia, o contraponto é que a defesa do Alvinegro volta a ter seu líder: o capitão Réver.

Após cumprir dois jogos de suspensão nas quartas-de-final contra o Newell's Old Boys, Réver deixa o lance em que foi expulso pelo polêmico árbitro Patricio Polic, após vencer o Tijuana pelos gols marcados fora de casa, para se concentrar no que pode ser o maior feito de sua carreira: a taça da maior competição sul-americana.

- Essa final da Libertadores era um objetivo não só meu, como de todo o grupo. Mas o objetivo final ainda é o título. Vamos em busca dele, para coroar também essa boa relação que criamos com nosso torcedor – afirmou o zagueiro, em entrevista ao LANCE!Net.

Reforço não só para a defesa, mas também para o ataque, o camisa 4 voltou a atuar pelo Galo no último domingo e está preparado para o jogo mais importante da história de 105 anos do clube. Cabeça focada na decisão, que começa nesta quarta-feira, no Defensores del Chaco.

Confira o bate-papo, na íntegra, com o defensor do Atlético-MG:

L!Net: Depois de disputar contra o rebaixamento, ser vice-campeão do Brasileiro, a final da Libertadores é mais um capítulo seu na história do Atlético. O que te passa pela cabeça vendo sua trajetória até aqui no Galo?
Com tudo que vivenciei, passa um filme na nossa cabeça. Passamos por momentos complicados no clube, mas nos últimos dois anos nossa equipe se encaixou e demonstrou isso dentro de campo. Graças a Deus a história é de crescimento, junto com o clube. Essa final da Libertadores era um objetivo não só meu, como de todo o grupo. Mas o objetivo final ainda é o título. Vamos em busca dele, para coroar também essa boa relação que criamos com nosso torcedor.

L!Net: Você não pôde participar da semifinal da Libertadores. Foi complicado ver o Galo passar pelo Newell's nos pênaltis, depois de perder por 2 a 0 em Rosário?
Foi muito complicado. De fora é até mais difícil, porque você não pode ajudar. Eu fiquei com o Leandro Donizete, o Michel e alguns membros da diretoria no espaço em cima do placar do Independência, sofrendo como qualquer torcedor. Mas o grupo está de parabéns pela heroica classificação. As coisas estão conspirando a nosso favor. Mas ainda faltam mais dois jogos. Vamos nos concentrar ao máximo para conquistar este tão sonhado título.

L!Net: Agora você volta para a final da Libertadores e o Galo ganha na defesa e no ataque. Como está sua confiança para esse possível título?
Estamos muito confiantes. Nossa equipe mereceu chegar a esta final, por tudo o que fez. Mas ainda não conquistamos nada. Entendemos a euforia do torcedor, mas não adianta nada a gente chegar à final e não conquistar o título. Com respeito ao Olimpia, que também não chegou à final por acaso, vamos jogar para ser campeões.



L!Net: Você assistiu de perto a classificação no Independência. Como foi a festa no vestiário?
Assim como foi nas quartas-de-final, esta classificação também foi heroica. Até o último minuto a decisão estava em aberto. Este sofrimento se torna uma alegria muito maior quando a classificação sai. Foi uma bonita e merecida festa. Mas o foco agora é no Olimpia.

L!Net: Para o Paraguai, o Cuca já passou os devidos cuidados que o time deve ter contra o Olimpia?
A gente assistiu a maioria dos jogos do Olimpia durante a Libertadores. Mas acredito que a gente vai analisar mais profundamente a equipe deles.

L!Net: O Atlético enfrentará um tricampeão da Libertadores, mas possui um time muito experiente também. Acredita que o passado fica de lado quando o juiz apitar o início do jogo em Assunção?
A experiência é sempre importante. A equipe deles é de muita tradição no torneio. Mas nossa equipe também tem jogadores experientes, com bagagem de grandes competições em clubes e na seleção, além da qualidade técnica. Independentemente disso, o que vale é dentro de campo. Acredito que a equipe que tiver mais focada e errar menos conquistará o título.

L!Net: Já está decidido que será no Mineirão. Mas se você pudesse escolher, o segundo jogo da final seria no Independência ou no Gigante da Pampulha?
A mística do Independência já pegou. Estamos invictos lá e isso é um grande diferencial. Mas esta decisão eu deixei pra diretoria. Eles tentaram reverter o mando de campo para o Horto, o que seria muito bom, pois o calor da torcida nos motiva. Mas o Mineirão, com mais torcedores, irá nos incentivar muito também.

L!Net: Se vier, o título da Libertadores é passaporte certo para seu nome na lista de convocados de Felipão para a Copa do Mundo de 2014?
Não acredito nessa ligação. É claro que será muito bom pra mim, até como experiência, mas a convocação não virá somente pelo fato de sermos campeões. Tenho que continuar fazendo meu trabalho aqui no Atlético, diariamente, até a véspera da convocação para a Copa do Mundo, para manter o nível e continuar no grupo que conquistou a Copa das Confederações.


Se o Atlético-MG não poderá contar com Bernard e Leandro Donizete para o primeiro jogo da final da Copa Libertadores, contra o Olimpia, o contraponto é que a defesa do Alvinegro volta a ter seu líder: o capitão Réver.

Após cumprir dois jogos de suspensão nas quartas-de-final contra o Newell's Old Boys, Réver deixa o lance em que foi expulso pelo polêmico árbitro Patricio Polic, após vencer o Tijuana pelos gols marcados fora de casa, para se concentrar no que pode ser o maior feito de sua carreira: a taça da maior competição sul-americana.

- Essa final da Libertadores era um objetivo não só meu, como de todo o grupo. Mas o objetivo final ainda é o título. Vamos em busca dele, para coroar também essa boa relação que criamos com nosso torcedor – afirmou o zagueiro, em entrevista ao LANCE!Net.

Reforço não só para a defesa, mas também para o ataque, o camisa 4 voltou a atuar pelo Galo no último domingo e está preparado para o jogo mais importante da história de 105 anos do clube. Cabeça focada na decisão, que começa nesta quarta-feira, no Defensores del Chaco.

Confira o bate-papo, na íntegra, com o defensor do Atlético-MG:

L!Net: Depois de disputar contra o rebaixamento, ser vice-campeão do Brasileiro, a final da Libertadores é mais um capítulo seu na história do Atlético. O que te passa pela cabeça vendo sua trajetória até aqui no Galo?
Com tudo que vivenciei, passa um filme na nossa cabeça. Passamos por momentos complicados no clube, mas nos últimos dois anos nossa equipe se encaixou e demonstrou isso dentro de campo. Graças a Deus a história é de crescimento, junto com o clube. Essa final da Libertadores era um objetivo não só meu, como de todo o grupo. Mas o objetivo final ainda é o título. Vamos em busca dele, para coroar também essa boa relação que criamos com nosso torcedor.

L!Net: Você não pôde participar da semifinal da Libertadores. Foi complicado ver o Galo passar pelo Newell's nos pênaltis, depois de perder por 2 a 0 em Rosário?
Foi muito complicado. De fora é até mais difícil, porque você não pode ajudar. Eu fiquei com o Leandro Donizete, o Michel e alguns membros da diretoria no espaço em cima do placar do Independência, sofrendo como qualquer torcedor. Mas o grupo está de parabéns pela heroica classificação. As coisas estão conspirando a nosso favor. Mas ainda faltam mais dois jogos. Vamos nos concentrar ao máximo para conquistar este tão sonhado título.

L!Net: Agora você volta para a final da Libertadores e o Galo ganha na defesa e no ataque. Como está sua confiança para esse possível título?
Estamos muito confiantes. Nossa equipe mereceu chegar a esta final, por tudo o que fez. Mas ainda não conquistamos nada. Entendemos a euforia do torcedor, mas não adianta nada a gente chegar à final e não conquistar o título. Com respeito ao Olimpia, que também não chegou à final por acaso, vamos jogar para ser campeões.



L!Net: Você assistiu de perto a classificação no Independência. Como foi a festa no vestiário?
Assim como foi nas quartas-de-final, esta classificação também foi heroica. Até o último minuto a decisão estava em aberto. Este sofrimento se torna uma alegria muito maior quando a classificação sai. Foi uma bonita e merecida festa. Mas o foco agora é no Olimpia.

L!Net: Para o Paraguai, o Cuca já passou os devidos cuidados que o time deve ter contra o Olimpia?
A gente assistiu a maioria dos jogos do Olimpia durante a Libertadores. Mas acredito que a gente vai analisar mais profundamente a equipe deles.

L!Net: O Atlético enfrentará um tricampeão da Libertadores, mas possui um time muito experiente também. Acredita que o passado fica de lado quando o juiz apitar o início do jogo em Assunção?
A experiência é sempre importante. A equipe deles é de muita tradição no torneio. Mas nossa equipe também tem jogadores experientes, com bagagem de grandes competições em clubes e na seleção, além da qualidade técnica. Independentemente disso, o que vale é dentro de campo. Acredito que a equipe que tiver mais focada e errar menos conquistará o título.

L!Net: Já está decidido que será no Mineirão. Mas se você pudesse escolher, o segundo jogo da final seria no Independência ou no Gigante da Pampulha?
A mística do Independência já pegou. Estamos invictos lá e isso é um grande diferencial. Mas esta decisão eu deixei pra diretoria. Eles tentaram reverter o mando de campo para o Horto, o que seria muito bom, pois o calor da torcida nos motiva. Mas o Mineirão, com mais torcedores, irá nos incentivar muito também.

L!Net: Se vier, o título da Libertadores é passaporte certo para seu nome na lista de convocados de Felipão para a Copa do Mundo de 2014?
Não acredito nessa ligação. É claro que será muito bom pra mim, até como experiência, mas a convocação não virá somente pelo fato de sermos campeões. Tenho que continuar fazendo meu trabalho aqui no Atlético, diariamente, até a véspera da convocação para a Copa do Mundo, para manter o nível e continuar no grupo que conquistou a Copa das Confederações.