icons.title signature.placeholder Carlos Alberto Vieira
12/06/2014
10:28

O prefeito de Manaus, Arthur Neto, disse que o grande legado da Copa do Mundo para o Amazonas, muito mais do que os estádios ou as obras realizadas, foi a volta da autoestima do povo.


- Isso ninguém nos tira. Manaus está orgulhosa por receber uma competição desta importância e por sermos capazes de fazer um bom papel. Posso dizer que estamos prontos para a Copa.


Ele destacou ações realizadas, como o bolsa-idioma (segundo o prefeito,  milhares de pessoas aprenderam uma segunda língua e conseguirão se comunicar com os turistas) e centro integrado da saúde. Arthur Neto, que é do PSDB colocou na conta na presidente Dilma Rousseff o fato de que várias obras previstas para serem entregas antes da Copa, principalmente as de mobilidade, como o monotrilho, não saíram do papel.

- O Brasil está cheio de obra inacabada. Aqui não tem nenhuma, pois todas as que começamos, conseguimos terminar. E o que não fizemos foi porque a presidente Dilma Rousseff falhou ao não cumprir com o que prometeu em praça pública. Ela é de bem, nao deixo de estimá-la. Mas ela falhou ao não liberar as nossas verbas previstas.


Para concluir, o prefeito disse que os turistas irão conhecer e desfrutar de uma cidade fantástica.


- O turista quando chega num país, quer conhecer este país. Vão curtir a nossa gastronomia, mergulhar nas águas do Rio Negro, ver um jogo fantástico e conhecer um povo amigável.


Sobre o futuro do estádio após a Copa, Arthur Neto se diz totalmente a favor da privatização.


- A Ernst & Young, quando enviar o relatório final do estudo que está fazendo sobre a viabilidade do estado, dificilmente vai recomendar algo diferente da privatização. O que temos é de cuidar de educação, saúde, infraestrutura. Os investidores privados poderão ter ousadia para lucrar com grandes eventos. Lucro nao é pecaminoso.