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23/08/2015
07:38

Marcelo Oliveira diz que ainda está buscando a dupla de zaga ideal no Palmeiras. O técnico já testou Jackson, Leandro Almeida, Victor Ramos... os três, porém, brigam por uma vaga. A outra, já tem dono: é de Vitor Hugo, mais uma vez titular no jogo deste domingo , contra o Atlético-MG, às 18h30, no Independência.

Destaque do América-MG nos últimos dois anos, o camisa 31 passou por um início irregular para tornar-se um dos jogadores mais importantes no time palmeirense. Segundo ele, já é possível até montar um DVD com os seus lances mais emblemáticos pelos dois clubes. Alguns deles foram listados ao LANCE! (veja abaixo).

– Dá para montar um DVD bem bacana com gols, desarmes, ganhando de cabeça, para guardar de lembrança – afirmou o zagueiro, antes de fazer um balanço dos seus oito meses na Academia de Futebol.

– Eu encarei este ano como o ano da minha vida. Seria um divisor da águas, e fiz um bom trabalho. Dificilmente vou fazer algo diferente. Fiz gol de bicicleta (contra o São Bernardo), nunca fiz na vida, e ajudei muito o time, tirei gols importantes, como o da final, com o Ricardo Oliveira. Já valem os momentos como mostra do meu trabalho, já dá para ter uma base – acrescentou o defensor.

Com estas marcas, Vitor espera que tenha convencido a diretoria de que merece ter seu contrato renovado – ele está emprestado pelo Tombense (MG) até o dia 31 de dezembro. O Verdão tem a preferência pelo atleta, e já avisou que deseja comprá-lo, mas o negócio ainda não avançou.

Caso adquira o jogador até o dia 31 de agosto, o Palmeiras vai pagar 1,5 milhão de euros (R$ 5,9 milhões) por 50% de seus direitos. Mas se for esperar até o fim do ano, a quantia aumenta e chega a 2 milhões de euros (R$ 7,9 milhões). Vitor Hugo não esconde a apreensão para definir sua permanência no clube alviverde.

– Eu fico ansioso para caramba, é bom saber o que vai acontecer, o duro é ficar na apreensão de saber se estão gostando. Mas estou de boa, evitando pensar nisso, para não tirar o foco do campo. Deixo isso para os meus empresários – completou.

Vitor Hugo jogou no primeiro turno contra o Galo e não venceu, mas marcou no 2 a 2 do Allianz Parque. Ele quer repetir o feito nesta noite, só que desta vez espera fazer o gol da vitória do Verdão, que reaproximaria o time dos ponteiros. O caminho ele sabe, pois já balançou as redes das duas metas do Independência nos tempos de América-MG.


Beque fez 34 partidas com a camisa alviverde (Foto: Reginaldo Castro)

No DVD de Vitor Hugo

Gol com estilo
O América-MG venceu o Vila Nova na Série B do ano passado, por 2 a 0, e Vitor Hugo abriu o placar no Independência.
– O meu gol mais bonito (no estádio) foi contra o Vila Nova. Eu subi bem no primeiro pau, testei no outro canto... foi um bonito gol – lembra o camisa 31.

Gol decisivo
O zagueiro “salvou” o América-MG em outro duelo na Série B de 2014 no Independência. Contra o Paraná, o jogo seguia empatado em 0 a 0 até os 42 minutos do segundo tempo, quando ele apareceu livre dentro da área e marcou:
– O jogo estava difícil e saiu no finzinho.

Valeu como gol
Na primeira final do Paulista deste ano, Vitor Hugo não balançou as redes, mas um desarme valeu como um gol. Ricardo Oliveira partiu livre para empatar o jogo no Allianz Parque, e o beque mostrou uma recuperação incrível, travando o camisa 9 de forma precisa.


Zagueiro vem bem na temporada (Foto: César Greco)

Confira um bate-bola exclusivo com Vitor Hugo:

Como foi o tempo em que você ficou lesionado, no departamento médico?
É complicado, cara, que é isso! Você vê os guerreiros lá dando a vida no campo e não poder ajudar, é ruim de mais, de verdade. Espero ficar um bom tempo sem uma lesão dessa.

Já tinha acontecido de ficar fora assim, como quando sofreu a fratura na face, recentemente?
Começo do ano passado, meu músculo adutor descolou do osso e eu perdi todo o Estadual no América-MG. Eu via o time se esforçando, perdendo alguns jogos, queria ajudar, mas estava no estaleiro, complicado (risos). Mas me recuperei, e joguei a Série B toda.

Você tem recebido menos cartões. O que o ajudou a mudar a postura em campo?
Estava tomando muito cartão no começo, ansioso por ser a oportunidade da minha vida, e estava exagerando na força. O tempo de adaptação foi bom, cheguei mais tranquilo no Brasileiro. Sei quando dar o bote. Não deixo o cara passar para não tomar cartão. Estou conseguindo mesclar bem, chegar firme, sem tomar cartão. E falo para os árbitros darem uma maneirada, e está ajudando.

Como é esse papo? Tem conseguido falar sem ser punido?
É com jeitinho, com o jeitinho Vitor Hugo de ser. Chego na manha, não pode ir xingando, se não dá falta, cartão. Eu chego de boa, elogio, porque é bom sentir o elogio, saber que faz um bom trabalho. Eles ouvem, às vezes até pedem desculpa. São seres humanos, admitem quando erram, mas a gente conversa bastante.

Seu parceiro de zaga ainda não está definido. O que muda com cada um? Tem alguma preferência?
Os três são ótimos jogadores, muito bons mesmos. Todos têm muito potencial para jogar. Quem vai dizer é o professor. Eu quero estar lá, meu espaço vou brigar para conseguir, e o professor comanda quem vai jogar.

Um jogo contra um rival direto tem uma preparação diferente?
Sim, a gente fala direto, é um jogo importante, que vai dizer muito de nós. Se a gente ganhar, cola neles, se perder, distancia. Estamos falando sempre destes confrontos diretos, que tem um valor especial. É um jogo mais difícil e mais importante.

Dá para dizer ainda que o Palmeiras vai brigar pelo título?
O pensamento agora é o Atlético-MG. Pensamos jogo a jogo. Até alcançar o Corinthians, são nove pontos. Queremos ser campeões, mas acontece naturalmente, vamos ver o que Deus guardou para a gente.

Marcelo Oliveira diz que ainda está buscando a dupla de zaga ideal no Palmeiras. O técnico já testou Jackson, Leandro Almeida, Victor Ramos... os três, porém, brigam por uma vaga. A outra, já tem dono: é de Vitor Hugo, mais uma vez titular no jogo deste domingo , contra o Atlético-MG, às 18h30, no Independência.

Destaque do América-MG nos últimos dois anos, o camisa 31 passou por um início irregular para tornar-se um dos jogadores mais importantes no time palmeirense. Segundo ele, já é possível até montar um DVD com os seus lances mais emblemáticos pelos dois clubes. Alguns deles foram listados ao LANCE! (veja abaixo).

– Dá para montar um DVD bem bacana com gols, desarmes, ganhando de cabeça, para guardar de lembrança – afirmou o zagueiro, antes de fazer um balanço dos seus oito meses na Academia de Futebol.

– Eu encarei este ano como o ano da minha vida. Seria um divisor da águas, e fiz um bom trabalho. Dificilmente vou fazer algo diferente. Fiz gol de bicicleta (contra o São Bernardo), nunca fiz na vida, e ajudei muito o time, tirei gols importantes, como o da final, com o Ricardo Oliveira. Já valem os momentos como mostra do meu trabalho, já dá para ter uma base – acrescentou o defensor.

Com estas marcas, Vitor espera que tenha convencido a diretoria de que merece ter seu contrato renovado – ele está emprestado pelo Tombense (MG) até o dia 31 de dezembro. O Verdão tem a preferência pelo atleta, e já avisou que deseja comprá-lo, mas o negócio ainda não avançou.

Caso adquira o jogador até o dia 31 de agosto, o Palmeiras vai pagar 1,5 milhão de euros (R$ 5,9 milhões) por 50% de seus direitos. Mas se for esperar até o fim do ano, a quantia aumenta e chega a 2 milhões de euros (R$ 7,9 milhões). Vitor Hugo não esconde a apreensão para definir sua permanência no clube alviverde.

– Eu fico ansioso para caramba, é bom saber o que vai acontecer, o duro é ficar na apreensão de saber se estão gostando. Mas estou de boa, evitando pensar nisso, para não tirar o foco do campo. Deixo isso para os meus empresários – completou.

Vitor Hugo jogou no primeiro turno contra o Galo e não venceu, mas marcou no 2 a 2 do Allianz Parque. Ele quer repetir o feito nesta noite, só que desta vez espera fazer o gol da vitória do Verdão, que reaproximaria o time dos ponteiros. O caminho ele sabe, pois já balançou as redes das duas metas do Independência nos tempos de América-MG.


Beque fez 34 partidas com a camisa alviverde (Foto: Reginaldo Castro)

No DVD de Vitor Hugo

Gol com estilo
O América-MG venceu o Vila Nova na Série B do ano passado, por 2 a 0, e Vitor Hugo abriu o placar no Independência.
– O meu gol mais bonito (no estádio) foi contra o Vila Nova. Eu subi bem no primeiro pau, testei no outro canto... foi um bonito gol – lembra o camisa 31.

Gol decisivo
O zagueiro “salvou” o América-MG em outro duelo na Série B de 2014 no Independência. Contra o Paraná, o jogo seguia empatado em 0 a 0 até os 42 minutos do segundo tempo, quando ele apareceu livre dentro da área e marcou:
– O jogo estava difícil e saiu no finzinho.

Valeu como gol
Na primeira final do Paulista deste ano, Vitor Hugo não balançou as redes, mas um desarme valeu como um gol. Ricardo Oliveira partiu livre para empatar o jogo no Allianz Parque, e o beque mostrou uma recuperação incrível, travando o camisa 9 de forma precisa.


Zagueiro vem bem na temporada (Foto: César Greco)

Confira um bate-bola exclusivo com Vitor Hugo:

Como foi o tempo em que você ficou lesionado, no departamento médico?
É complicado, cara, que é isso! Você vê os guerreiros lá dando a vida no campo e não poder ajudar, é ruim de mais, de verdade. Espero ficar um bom tempo sem uma lesão dessa.

Já tinha acontecido de ficar fora assim, como quando sofreu a fratura na face, recentemente?
Começo do ano passado, meu músculo adutor descolou do osso e eu perdi todo o Estadual no América-MG. Eu via o time se esforçando, perdendo alguns jogos, queria ajudar, mas estava no estaleiro, complicado (risos). Mas me recuperei, e joguei a Série B toda.

Você tem recebido menos cartões. O que o ajudou a mudar a postura em campo?
Estava tomando muito cartão no começo, ansioso por ser a oportunidade da minha vida, e estava exagerando na força. O tempo de adaptação foi bom, cheguei mais tranquilo no Brasileiro. Sei quando dar o bote. Não deixo o cara passar para não tomar cartão. Estou conseguindo mesclar bem, chegar firme, sem tomar cartão. E falo para os árbitros darem uma maneirada, e está ajudando.

Como é esse papo? Tem conseguido falar sem ser punido?
É com jeitinho, com o jeitinho Vitor Hugo de ser. Chego na manha, não pode ir xingando, se não dá falta, cartão. Eu chego de boa, elogio, porque é bom sentir o elogio, saber que faz um bom trabalho. Eles ouvem, às vezes até pedem desculpa. São seres humanos, admitem quando erram, mas a gente conversa bastante.

Seu parceiro de zaga ainda não está definido. O que muda com cada um? Tem alguma preferência?
Os três são ótimos jogadores, muito bons mesmos. Todos têm muito potencial para jogar. Quem vai dizer é o professor. Eu quero estar lá, meu espaço vou brigar para conseguir, e o professor comanda quem vai jogar.

Um jogo contra um rival direto tem uma preparação diferente?
Sim, a gente fala direto, é um jogo importante, que vai dizer muito de nós. Se a gente ganhar, cola neles, se perder, distancia. Estamos falando sempre destes confrontos diretos, que tem um valor especial. É um jogo mais difícil e mais importante.

Dá para dizer ainda que o Palmeiras vai brigar pelo título?
O pensamento agora é o Atlético-MG. Pensamos jogo a jogo. Até alcançar o Corinthians, são nove pontos. Queremos ser campeões, mas acontece naturalmente, vamos ver o que Deus guardou para a gente.