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24/02/2015
11:17

Em apenas oito jogos com a camisa do Palmeiras, Vitor Hugo já viveu as mais diversas sensações. Os bons jogos neste começo de ano foram atrapalhados pelo erro no clássico contra o Corinthians, que gerou o gol da derrota por 1 a 0. Mais do que o apoio de Oswaldo de Oliveira e seus companheiros, o zagueiro revelou ter tido uma conversa com o ídolo Marcos, que o chamou para conversar no dia seguinte ao Dérbi, na Academia de Futebol.

- Se eles (jogadores) tivessem virado as costas, seria difícil superar. Sempre tenho que estar focado, a vida é cheia de altos e baixos. O apoio deles somou demais para a minha participação. Até o Marcos veio falar comigo, dar uma moral, falar para eu não me abater, dando uns exemplos de vida. Foi bacana o apoio - explicou o jogador, antes de detalhar o bate-papo com o Santo.

- No dia seguinte (ao Dérbi), vim treinar cabisbaixo. Ele me chamou em uma salinha, e pelo nome. Fiquei impressionado: "pô, o Marcos que eu torci na Copa de 2002, me chamando pelo nome?". E ele me deu várias dicas. Aqui tem um armário só dele no vestiário. Tem um pôster dele com as mãos para cima, e uma lista com os títulos dele. Ele é fera, a lista é grande (risos). Aí ele disse: " aqui não tem o jogo contra o Vitória, minhas falhas". O que ele quis dizer é que falhas acontecem, mas o que vale, é o que fazemos de bom no clube - acrescentou.

Depois do clássico no dia 8, Vitor Hugo conseguiu recuperar-se, e nas últimas três rodadas, a defesa palmeirense não foi mais vazada. Ainda que tenha apenas Gabriel como volante mais marcador - Robinho chega mais ao ataque - o zagueiro não considera que a zaga do Verdão esteja desprotegida.

- Estou achando bem fechado nos jogos. Parece que um volante deixa aberto, mas o Gabriel caça demais e facilita o jogo para gente. Quando chega a bola, está mascada e facilita o trabalho. O Robinho também recompõe bem, e está dando certo - encerrou.