icons.title signature.placeholder Frederico Ribeiro
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11/07/2013
00:55

Foi difícil, demorado (mesmo que o primeiro gol saiu aos três minutos), sofrido e especial. A vitória de 2 a 0 (3 a 2 nos pênaltis) contra o Newell's Old Boys, nesta quarta-feira, colocou o Atlético-MG de Alexandre Kalil, Cuca e Ronaldinho em um patamar que ele nunca alcançou: final da Copa Libertadores da América.

Chegar lá já basta, apesar de que o título, depois do épico triunfo, parece estar mais nas mãos do Alvinegro do que do Olimpia, por conta do placar extremamente motivante. O 'YES, WE CAM' virou 'Sim, nós podemos' e 'Sim, nós conseguimos'. A torcida soube jogar com o time, euforia necessária no gol de Bernard e explosão incontida no segundo de Guilherme, aquele velho herói improvável que não pode faltar. A frase 'Eu acredito', entoada a partir da hora que a luz do gol de Victor apagou, caiu como uma luva e os jogadores ganharam novo ânimo.

O Independência, que encantou os jornalistas argentinos, já acostumados com a grandeza do Coloso do Parque, criou a atmosfera de que dele se esperava. Apesar de alguns erros bobos, o time alvinegro conduziu bem a situação, mostrando maturidade. Os 2 a 0 e a decisão nos pênaltis, em casa, ao fim, só exemplificou que jogador Libertadores é algo de outro mundo, quando não vale só a técnica.

SAIBA MAIS:
> Histórico! Galo luta, avança nos pênaltis e vai à final da Libertadores

Nos pênaltis, Victor foi herói e a Massa conduzia cada pulo seu. Ele já havia feito defesas fundamentais antes e, agora, é o símbolo da campanha até aqui. O time de Rosário, mais um Rubro-Negro, parou no goleiro e justamente nos pés de seu melhor jogador na partida: Maxi Rodríguez. Ao fim, a torcida pode gritar, com gosto, em um grande portunhol: 'Aqui é Galo, CARAJO!'.

Épico! Em jogo eletrizante, Atlético-MG vai à final da Liberta

Foi difícil, demorado (mesmo que o primeiro gol saiu aos três minutos), sofrido e especial. A vitória de 2 a 0 (3 a 2 nos pênaltis) contra o Newell's Old Boys, nesta quarta-feira, colocou o Atlético-MG de Alexandre Kalil, Cuca e Ronaldinho em um patamar que ele nunca alcançou: final da Copa Libertadores da América.

Chegar lá já basta, apesar de que o título, depois do épico triunfo, parece estar mais nas mãos do Alvinegro do que do Olimpia, por conta do placar extremamente motivante. O 'YES, WE CAM' virou 'Sim, nós podemos' e 'Sim, nós conseguimos'. A torcida soube jogar com o time, euforia necessária no gol de Bernard e explosão incontida no segundo de Guilherme, aquele velho herói improvável que não pode faltar. A frase 'Eu acredito', entoada a partir da hora que a luz do gol de Victor apagou, caiu como uma luva e os jogadores ganharam novo ânimo.

O Independência, que encantou os jornalistas argentinos, já acostumados com a grandeza do Coloso do Parque, criou a atmosfera de que dele se esperava. Apesar de alguns erros bobos, o time alvinegro conduziu bem a situação, mostrando maturidade. Os 2 a 0 e a decisão nos pênaltis, em casa, ao fim, só exemplificou que jogador Libertadores é algo de outro mundo, quando não vale só a técnica.

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Nos pênaltis, Victor foi herói e a Massa conduzia cada pulo seu. Ele já havia feito defesas fundamentais antes e, agora, é o símbolo da campanha até aqui. O time de Rosário, mais um Rubro-Negro, parou no goleiro e justamente nos pés de seu melhor jogador na partida: Maxi Rodríguez. Ao fim, a torcida pode gritar, com gosto, em um grande portunhol: 'Aqui é Galo, CARAJO!'.

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