icons.title signature.placeholder Enrico Bruno
27/11/2014
03:30

Os 15 minutos de pressão, costumeiro de qualquer time mandante, não existiram. Com a cabeça menos nervosa, se assim podemos dizer, o Atlético mostrou mais apetite de quem realmente queria o título da Copa do Brasil. E o tempo todo. Ganhou no físico e no psicológico. Empatou apenas na ansiedade. Mas ficou com a taça. Mais que suficiente para vencer com todos os méritos as duas finais.

A estratégia de Levir foi fielmente colocada em campo pelos jogadores. O Galo movimentou como sempre, tocou a bola como nunca. Em suma, jogou demais e não deixou o adversário jogar. Fez o que sabe fazer. Até mesmo quando não teve sua estrela Luan. Maicosuel conseguiu suprir imprimir a mesma velocidade ao time, o que pegava o Cruzeiro sucessivamente desprevenido.


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Com exceção dos passes bobos, o Atlético jogou a partida da maneira que quis. No primeiro tempo, não deixou o time celeste sair para o ataque e, por culpa da ansiedade, não foi para o intervalo com uma vantagem maior. Já na segunda etapa, preferiu recuar. Não para se retrancar. Justamente para chamar o rival e sair no contragolpe.

Não há o que reclamar. Só frisar o quanto o Galo foi soberano, forte e vingador. Carimbou a faixa do campeão como ninguém antes havia feito. Méritos paro o alvinegro nos 180 minutos jogados. Em claro e bom português, merecidíssimo.

Menção honrosa para os cerca de 1.800 atleticanos que encararam os mais de 40 mil celeste de igual para igual e tomou conta de seu salão de festas.