icons.title signature.placeholder Eduardo Mendes, Maurício Oliveira e Thiago Salata
02/07/2014
09:04

Victor é religioso, recorre à fé especialmente nos momentos de decisão, mas também acredita em coincidências:

- Penso que existe fé e superstição, mas no meu caso levo pelo lado do fé. Sou religioso e reforço meu lado espiritual antes dos jogos.

A tal superstição remonta ao título da Libertadores de 2013 na campanha que levou o Atlético-MG a ser campeão do torneio pela primeira vez na história do clube. Na fase eliminatória do torneio, o Galo superou dois adversários nos pênaltis, incluindo a final diante do Olímpia (PAR).

Depois da classificação sobre o Chile, nos pênaltis, o goleiro apontou alguns "sinais" que lembraram a campanha pelo clube mineiro no ano passado e faz com que ele acredite que a Seleção também poderá chegar à final da Copa e vencer.

- No caso do Atlético-MG, existiram alguns sinais de que a conquista era possível. Aquele pênalti contra o Tijuana, aos 48... Era algo que indicava que poderíamos brigar pelo titulo. No sábado, aquela bola na trave aos 119 minutos da prorrogação... Vi ali que o Brasil está com sorte e as coisas estão conspirando a favor - comentou.

Sorte à parte, o goleiro destacou o trabalho de todo o grupo até o momento na competição para levar o Brasil às quartas de final.

- Claro que isso aliado à competência dos nossos jogadores. Assim, o Brasil entra com força e encara cada jogo como uma final de campeonato. A equipe saiu muito fortalecida para a sequência da Copa do Mundo - destacou Victor.