icons.title signature.placeholder Guilherme Cardoso
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22/07/2013
15:05

Apenas 17 anos e um título mundial no currículo. Essa é Verônica Hipolito, a dona da medalha de ouro nos 200m , na categoria T38 (para paralisia cerebral), no Mundial de Atletismo Paralímpico, em Lyon (FRA). A conquista ocorreu na tarde desta segunda-feira.

A jovem marcou o tempo de 27s49, o novo recorde da competição. A segunda colocação ficou com a britânica Sophie Hahn (27s73). Já a russa Margarita Goncharova foi a terceira (27s76).

- Não consigo acreditar que fiz esse tempo. É o melhor da minha vida. Foi incrível antes da prova. Todas as competidoras se abraçaram na câmara de chamada e, a inglesa Olivia Breen, que fala um pouco português, me disse: ‘Vou torcer por você’. Isso nunca tinha acontecido comigo. Fiquei a noite sem dormir pensando na Sophie. Ela me dá medo - afirmou a brasileira.

Verônica disputou seu primeiro mundial em Lyon. Ela ainda faz parte da Seleção de jovens. Até por isso não conseguia esconder a euforia após a conquista.

Brincalhona, ela sofreu com um tumor na cabeça e um AVC (acidente vascular cerebral). Nos últimos tempos, o tumor voltou e, por isso, ela tem feito controle com remédios e visitas médicas.

- É indicado tomar o remédio duas vezes por semana. Já passei isso. De vez em quando, sinto dores de cabeça. Mas levo tudo na brincadeira - disse a corredora.

Realmente, Verônica é muito animada. Na concentração da delegação brasileira já ganhou a fama de ser piadista. No último ano do Ensino Médio, ela ainda não decidiu se vai prestar vestibular para Economia ou Engenharia de Produção.

A dúvida sobre o futuro nos estudos pode existir. Mas o título mundial já é uma certeza.

*O repórter viaja a convite do Comitê Paralímpico Brasileiro

Apenas 17 anos e um título mundial no currículo. Essa é Verônica Hipolito, a dona da medalha de ouro nos 200m , na categoria T38 (para paralisia cerebral), no Mundial de Atletismo Paralímpico, em Lyon (FRA). A conquista ocorreu na tarde desta segunda-feira.

A jovem marcou o tempo de 27s49, o novo recorde da competição. A segunda colocação ficou com a britânica Sophie Hahn (27s73). Já a russa Margarita Goncharova foi a terceira (27s76).

- Não consigo acreditar que fiz esse tempo. É o melhor da minha vida. Foi incrível antes da prova. Todas as competidoras se abraçaram na câmara de chamada e, a inglesa Olivia Breen, que fala um pouco português, me disse: ‘Vou torcer por você’. Isso nunca tinha acontecido comigo. Fiquei a noite sem dormir pensando na Sophie. Ela me dá medo - afirmou a brasileira.

Verônica disputou seu primeiro mundial em Lyon. Ela ainda faz parte da Seleção de jovens. Até por isso não conseguia esconder a euforia após a conquista.

Brincalhona, ela sofreu com um tumor na cabeça e um AVC (acidente vascular cerebral). Nos últimos tempos, o tumor voltou e, por isso, ela tem feito controle com remédios e visitas médicas.

- É indicado tomar o remédio duas vezes por semana. Já passei isso. De vez em quando, sinto dores de cabeça. Mas levo tudo na brincadeira - disse a corredora.

Realmente, Verônica é muito animada. Na concentração da delegação brasileira já ganhou a fama de ser piadista. No último ano do Ensino Médio, ela ainda não decidiu se vai prestar vestibular para Economia ou Engenharia de Produção.

A dúvida sobre o futuro nos estudos pode existir. Mas o título mundial já é uma certeza.

*O repórter viaja a convite do Comitê Paralímpico Brasileiro