icons.title signature.placeholder Matheus Babo
27/03/2014
11:02

O clássico entre Vasco e Fluminense, nesta quinta-feira, às 21h, no Maracanã, marcará o duelo de dois jovens jogadores que se conhecem desde as categorias de base, mas que só firmaram nas defesas do time profissional neste início de temporada. Pelo Vasco, Luan chegou a jogar as partidas finais do Campeonato Brasileiro e ganhou a confiança de Adilson Batista atuando ao lado de Rodrigo em 2014. Já Elivélton passou 2013 praticamente sem entrar em campo, mas foi lançado por Renato ainda na segunda rodada e não saiu mais do time.

Para Luan, a missão de encarar o Tricolor nas semifinais do Campeonato Carioca não será nada fácil. O camisa 21 do Vasco vai dividir com o companheiro de zaga Rodrigo a dura missão de parar a dupla Walter e Fred, que já marcou 10 gols no Estadual. O jogador sempre foi considerado uma promessa na base do Cruz-maltino e com personalidade forte, foi capitão do time em mais de uma categoria, além de ser presença constante nas convocações das divisões inferiores da Seleção Brasileira.

Se o adversário não terá vida fácil encarando a dupla Walter e Fred, Elivélton também não vai pode relaxar. O garoto de 21 anos terá que marcar Edmilson, artilheiro do campeonato, que marcou o mesmo número de gols da dupla tricolor somada. No duelo da fase de grupos, Elivélton não chegou a encarar Luan, por estar suspenso pelo terceiro cartão amarelo.

Dentro dos clubes, os jovens zagueiros são comparados com antigos ídolos. Pelo lado vascaíno, Luan é o tipo de jogador que lembra o estilo de Mauro Galvão, atual coordenador da base do clube e que fez história no Vasco entre 97 e 2000. Já Elivélton não esconde que se espelha em Thiago Silva, atual capitão da Seleção Brasileira e ídolo da torcida tricolor entre 2006 e 2009.

NASCIDOS NO MESMO DIA

Outra curiosidade que une a história dos dois zagueiros é a data de nascimento. Os dois jogadores nasceram no dia 10 de maio, com apenas um ano de diferença. Enquanto Elivélton nasceu em 1992, Luan chegou ao mundo exatamente um ano depois. Acostumados a comemorar no mesmo dia, após as semifinais, apenas um vai poder sair sorrindo.