icons.title signature.placeholder Fellipe Lucena
08/11/2014
21:36

Pendurado com dois cartões amarelos, o meia Valdivia não foi advertido na derrota por 2 a 0 para o Atlético-MG, neste sábado, e teria condições de enfrentar o São Paulo, domingo que vem, no Morumbi. Mas ele afirmou que vai para a seleção chilena e não poderá enfrentar o rival.

- Vou para a seleção, claro que não do jeito que eu queria. O time do Atlético é forte, tem um elenco forte, não tem jogador reserva e nem titular. O Pierre não é reserva, o Donizete, os caras que jogam na frente... A gente perdeu um jogo em que jogamos mal, tem que ser realista. Agora temos que pensar no São Paulo e ganhar - disse, ainda no gramado do Pacaembu.

- É uma data Fifa, então o clube não tem o que fazer. Conversamos com a seleção chilena, que não tem só o Valdivia que joga no Brasil. Se abrir uma exceção ao Palmeiras, fica complicado. A gente tem que entender que é uma honra para o Valdivia. Mas não mediremos esforços para ter o Valdivia conosco - havia declarado o presidente Paulo Nobre, antes do jogo.

A diretoria do Palmeiras gostaria que o meia fosse liberado dos amistosos contra Venezuela e Uruguai, nos dias 14 e 18 de novembro. Dessa forma, ele poderia defender o Verdão tanto no clássico contra o São Paulo, dia 16, quanto no confronto com o Sport, dia 19, na inauguração do Allianz Parque. O Mago diz que vai enfrentar os pernambucanos:

- Se eu ficar (com a seleção) até o dia 18, eu vou voltar no dia 19 e vou jogar.

Uma das opções cogitadas pelo Verdão era liberar o camisa 10 de apenas um dos amistosos, o que também não deve ser possível. Valdivia anunciou sua aposentadoria da seleção após a Copa, mas voltou atrás e conseguiu convencer Jorge Sampaoli, técnico de "La Roja".