icons.title signature.placeholder Caio Carrieri
15/06/2014
09:01

Tradição e peso da camisa. Depois ter desempenho ruim na derrota de virada por 3 a 1 para a Costa Rica, na estreia neste sábado, no Castelão, o Uruguai se apega mais aos feitos do passado para sonhar com classificação às oitavas de final da Copa do Mundo.

– Temos que digerir rapidamente a derrota, porque a competição continua. Ficou mais difícil, mas temos uma história para defender. Só nos resta atacar – receita o técnico Oscar Tabárez, sem apontar os principais erros que culminaram no tropeço inesperado.

– Não posso apresentar nenhuma explicação. é muito importante levar em consideração a opinião dos joagdores sobre os fatos que ocorreram em campo. Então, olhando de fora, eu não posso dizer que não houve coisas imcompreensíveis. Tínhamos conversado sobre isso por conta do que aconteceu com a Espanha. Nenhuma seleção pode achar que está livre deste tipo de resultado. Cometemos erros que não se manifestam só em campo. Pode ter havido algum erro anterior e assumo a culpa por isso.

Eleito melhor jogador do último Mundial, na África do Sul, Forlán usa sua experiência na história do torneio – também esteve na Coréia e no Japão, em 2002 – para não desistir da luta.

– A Copa não acabou. Isso é futebol. Todos vimos o que aconteceu com a Holanda. Sempre dissemos antes do Mundial que a Costa Rica é uma seleção perigosa. Lamentavelmente sofremos dois gols em três minutos, foi um golpe duro – analisou o camisa 10.

Com a vitória da Itália por 2 a 1 sobre a Inglaterra, a Celeste está em último lugar do Grupo D pelo saldo de gols, o mesmo critério que coloca a Costa Rica em primeiro. O Uruguai volta a campo na quinta-feira, contra a Inglaterra, na Arena Corinthians, às 16h.