icons.title signature.placeholder Ivo Felipe
07/12/2013
09:06

A Seleção Brasileira feminina de handebol inicia neste sábado, às 15h (de Brasília), contra a Argélia, a sua caminhada no Mundial da Sérvia. Considerada uma das favoritas à medalha, ainda busca livrar-se da pecha de ficar sempre no “quase”, como nos Jogos Olímpicos (sexto lugar) e no Mundial do Brasil (quinta posição), em 2011.

A inspiração para deixar o incômodo status pode vir da única atleta a ter em seu currículo o título da maior competição interclubes do mundo na modalidade.

A armadora Duda Amorim, de 27 anos, é uma das estrelas do Gyori, clube húngaro que venceu a Champions League de handebol neste ano. Nenhuma brasileira, a exceção dela, conquistou honraria assim.

Duda tornou-se, deste modo, uma das maiores referências do grupo brasileiro. Ao lado de Alexandra Nascimento – eleita a melhor jogadora do mundo em 2012 –, a atleta tem a missão de conduzir a Seleção que tenta se tornar uma realidade também no cenário internacional.

– Hoje, posso dizer que não é qualquer equipe que ganha da Seleção Brasileira. Então, temos de trazer isso para dentro dos jogos decisivos. Acho que estamos mais bem preparadas – disse ao L!Net.

– A bagagem do título de Champions League só vai ajudar para a gente conseguir dar esse passinho a mais e conseguir o resultado que queremos – completou Duda.

Tanto tornou-se realidade fora do país, que Duda conduz o Gyori novamente nesta temporada. A equipe húngara passou à fase de mata-mata da Champions-2013/14.

Base da seleção húngara (que estreia neste sábado também, contra a República Tcheca, em Novi Sad), o time local tem em uma brasileira um dos principais pilares para o bi.

– Para o handebol nacional, sei que as minhas conquistas trazem a imagem de que a modalidade pode dar, sim, um futuro – concluiu.