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03/02/2015
17:02

A Tunísia ficou revoltada com as polêmicas de arbitragem no jogo contra a Guiné Equatorial, pelas quartas de final da Copa Africana de Nações. A federação local vai pedir à Confederação Africana de Futebol (CAF) para fazer uma investigação em relação à partida contra os anfitriões do torneio.

A principal reclamação dos tunisianos é em relação a um pênalti duvidoso já nos acréscimos do segundo tempo. A infração, segundo eles, não existiu, mas o árbitro Rajindraparsad Seechurn, de Ilhas Maurício. Com o gol, a partida foi à prorrogação e o time da casa venceu.

Para a federação do país, houve uma armação para que a seleção que sedia a competição passasse de fase. As críticas foram ao ditador da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang, e a Issa Hayatou, presidente da CAF.

- O futebol africano é assim. Hoje, jogamos contra o presidente do país anfitrião e, certamente, contra Issa Hayatou. Precisa dizer mais alguma coisa? Alguns jogadores não têm experiência suficiente na África. Não sabem o que essas pessoas são capazes de fazer - disse Mathlouthi, jogador da Tunísia.