icons.title signature.placeholder Guilherme Palenzuela e Pedro Lopes
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26/07/2013
08:00

Torcedores comuns que protestavam contra o presidente Juvenal Juvêncio durante a derrota para o Internacional, na quarta-feira, acusam membros da organizada Tricolor Independente de repressão à manifestação, que contou até com faixa contra o presidente. Segundo relatos de quem estava no setor amarelo da arquibancada, cerca de dez membros da organizada cruzaram o estádio por dentro e apareceram no fim da partida para vetar novas manifestações. A diretoria do clube culpa a Polícia Militar e admite o fato. A organizada nega a denúncia.

A diretoria do São Paulo dá versões desencontradas para a suposta repressão de membros da Independente ao protesto contra Juvenal Juvêncio. O vice-presidente social Roberto Natel, responsável pelo Morumbi, afirma que foram dois ou três membros da organizada que pularam o alambrado que divide os setores laranja (onde fica a organizada) e azul, e azul e amarelo, pela arquibancada. Outro membro da diretoria afirma que os organizados cruzaram o estádio internamente, e que os funcionários do clube, que trabalham individualmente nas divisas, não teriam como contê-los. Ambos dizem que a Polícia Militar não interveio.

A Independente nega qualquer participação. O vice-presidente da organizada, Henrique Gomes, afirma que nenhum dos membros foi até o setor amarelo, e diz que a organizada não concorda com o apoio a Marco Aurélio Cunha – gritado pelos torcedores comuns –, e nem dá respaldo a Juvenal Juvêncio.

– Não procede. O direito de se expressar é livre, todo mundo pode falar o que quiser. A organizada só não concorda em gritar o nome do Marco Aurélio Cunha. Ele é santista, e está se beneficiando politicamente em um momento de crise. Não vamos favorecer nem Marco Aurélio, nem Juvenal. Independente não tem partido político. Não fomos nós que colocamos o Juvenal no poder, nem somos nós que vamos tirá-lo – diz Gomes.

Roberto Natel: 'Ninguém abriu o portão. Duas ou três pessoas pularam as grades'

L!Net: Torcedores que estavam no setor amarelo e protestavam contra Juvenal Juvêncio dizem que o São Paulo deixou que membros da organizada cruzassem o estádio...
RN: Não é verdade, quem comanda a segurança toda é a Polícia Militar. Isso não condiz com a verdade, o São Paulo não faria isso, ainda mais no fim do jogo. 

L!Net: Não houve abertura dos portões, então, para que membros da organizada passassem entre os setores laranja, azul e amarelo?
RN: A informação que tive é que os caras estavam tentando pular aquela grade que divide os setores do estádio pela arquibancada. 

L!Net: Os funcionários do São Paulo que ficam nas divisas não poderiam impedir que os membros da organizada cruzassem o estádio? Isso seria função destes funcionários ou apenas da Polícia Militar?
RN: Todos os portões que dividem o estádio, entre os setores, têm porteiros. Os membros da Polícia Militar precisam passar por essas divisas. Se você abre esses portões, ia dar um negócio tremendo, daria confusão. Isso é coisa de duas ou três pessoas querendo tumultuar um jogo com muitos outros torcedores, não tem o que fazer. Se abre, sai briga. Não existe hipótese de acontecer isso, de termos aberto esses portões para a passagem de membros da organizada.

L!Net: Por que a Polícia Militar não fez nada para impedir tudo isso?
RN: Ninguém abriu o portão. Duas ou três pessoas chegaram pulando as grades. Os caras compram ingresso para um setor  e chegam pulando. A Polícia não toma essa providência. Acabou o jogo, a Polícia começa a se preocupar em tirar as pessoas, e não fica na grade. O porteiro abrir, isso não existe.

Torcedores comuns que protestavam contra o presidente Juvenal Juvêncio durante a derrota para o Internacional, na quarta-feira, acusam membros da organizada Tricolor Independente de repressão à manifestação, que contou até com faixa contra o presidente. Segundo relatos de quem estava no setor amarelo da arquibancada, cerca de dez membros da organizada cruzaram o estádio por dentro e apareceram no fim da partida para vetar novas manifestações. A diretoria do clube culpa a Polícia Militar e admite o fato. A organizada nega a denúncia.

A diretoria do São Paulo dá versões desencontradas para a suposta repressão de membros da Independente ao protesto contra Juvenal Juvêncio. O vice-presidente social Roberto Natel, responsável pelo Morumbi, afirma que foram dois ou três membros da organizada que pularam o alambrado que divide os setores laranja (onde fica a organizada) e azul, e azul e amarelo, pela arquibancada. Outro membro da diretoria afirma que os organizados cruzaram o estádio internamente, e que os funcionários do clube, que trabalham individualmente nas divisas, não teriam como contê-los. Ambos dizem que a Polícia Militar não interveio.

A Independente nega qualquer participação. O vice-presidente da organizada, Henrique Gomes, afirma que nenhum dos membros foi até o setor amarelo, e diz que a organizada não concorda com o apoio a Marco Aurélio Cunha – gritado pelos torcedores comuns –, e nem dá respaldo a Juvenal Juvêncio.

– Não procede. O direito de se expressar é livre, todo mundo pode falar o que quiser. A organizada só não concorda em gritar o nome do Marco Aurélio Cunha. Ele é santista, e está se beneficiando politicamente em um momento de crise. Não vamos favorecer nem Marco Aurélio, nem Juvenal. Independente não tem partido político. Não fomos nós que colocamos o Juvenal no poder, nem somos nós que vamos tirá-lo – diz Gomes.

Roberto Natel: 'Ninguém abriu o portão. Duas ou três pessoas pularam as grades'

L!Net: Torcedores que estavam no setor amarelo e protestavam contra Juvenal Juvêncio dizem que o São Paulo deixou que membros da organizada cruzassem o estádio...
RN: Não é verdade, quem comanda a segurança toda é a Polícia Militar. Isso não condiz com a verdade, o São Paulo não faria isso, ainda mais no fim do jogo. 

L!Net: Não houve abertura dos portões, então, para que membros da organizada passassem entre os setores laranja, azul e amarelo?
RN: A informação que tive é que os caras estavam tentando pular aquela grade que divide os setores do estádio pela arquibancada. 

L!Net: Os funcionários do São Paulo que ficam nas divisas não poderiam impedir que os membros da organizada cruzassem o estádio? Isso seria função destes funcionários ou apenas da Polícia Militar?
RN: Todos os portões que dividem o estádio, entre os setores, têm porteiros. Os membros da Polícia Militar precisam passar por essas divisas. Se você abre esses portões, ia dar um negócio tremendo, daria confusão. Isso é coisa de duas ou três pessoas querendo tumultuar um jogo com muitos outros torcedores, não tem o que fazer. Se abre, sai briga. Não existe hipótese de acontecer isso, de termos aberto esses portões para a passagem de membros da organizada.

L!Net: Por que a Polícia Militar não fez nada para impedir tudo isso?
RN: Ninguém abriu o portão. Duas ou três pessoas chegaram pulando as grades. Os caras compram ingresso para um setor  e chegam pulando. A Polícia não toma essa providência. Acabou o jogo, a Polícia começa a se preocupar em tirar as pessoas, e não fica na grade. O porteiro abrir, isso não existe.