icons.title signature.placeholder LANCEPRESS!
11/02/2015
18:37

A aguardada estreia de Thomas Almeida no UFC, em novembro do ano passado, impressionou os dirigentes do evento. Após conquistar o prêmio de luta da noite pela performance diante de Tim Gorman e manter-se invicto em 17 lutas na carreira, o brasileiro peso-galo (até 61,2kg) recebeu na última semana a notícia de que vai lutar no Canadá, um dos principais centros do Ultimate no mundo, contra o experiente Yves Jabouin, no dia 25 de abril, pelo UFC 186. As edições numeradas do evento costumam ter disputas de cinturão e são vendidas em sistema de pay-per-view para os Estados Unidos, o que pode aumentar sua popularidade no país onde já conquistou o cinturão do Legacy FC.

No Brasil, o nome de Thomas Almeida é sempre citado entre as maiores esperanças do país no MMA. Acostumado a essa pressão, tem correspondido ao status de joia, e até o momento já nocauteou 13 oponentes, finalizou três e somente na estreia pelo UFC precisou da decisão dos juízes. A luta contra Gorman serviu, entre outros aspectos, para alertá-lo das dificuldades que encontraria pela frente na principal organização de MMA do mundo e para prepara-lo para uma primeira atuação no exterior.

- Fiquei feliz com essa luta, por ser um evento grande, com transmissão de pay-per-view nos Estados Unidos. Vai ser muito importante para mim. Lutar aqui no Brasil é muito bom, mas os olhos do mundo estão lá fora e todos vão poder conhecer melhor o Thomas Almeida depois do dia 25 de abril. Meu objetivo é subir degrau por degrau, sem dar um passo maior que a perna e acho que uma boa atuação nesse combate pode me deixar com moral no UFC para almejar desafios maiores - analisou.

Enquanto Thomas Almeida ainda está no início de sua carreira no UFC, Yves Jabouin, soma quase quatro anos de experiência no octógono e mais um no extinto WEC. No Ultimate, Jabouin fez oito lutas e venceu cinco, inclusive a última, diante de Mike Easton, no UFC 174, em julho do ano passado. Aos 35 anos, o próximo adversário de Thominhas lutará em sua cidade natal, Montreal, pela primeira vez.

- O Yves é um cara bem experiente, vai me dar uma bagagem muito boa. Não estou preocupado se ele vai lutar em casa. Pretendo manter a luta em pé, sempre muito consciente e bem fechadinho do jeito que eu gosto. O público gosta de ver a trocação e sei que o estilo dele casa bem com o meu. Vou para nocautear, se possível ainda no primeiro round, para deixar uma boa impressão - finalizou.