icons.title signature.placeholder Igor Siqueira
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26/08/2015
14:40

Terminou nesta quarta-feira a parte de audiências oitivas das testemunhas de acusação do processo criminal que tem como réus os acusados de envolvimento na chamada "máfia dos ingressos", desmantelada pela polícia durante a Copa do Mundo de 2014, no Rio.

A parte da acusação foi encerrada com o depoimento na Central de Assessoramento Criminal (CAC) do Tribunal de Justiça do Rio de mais uma inspetora da Polícia Civil do Rio, que atua na 18ª DP. A policial declarou que era responsável por transcrever as gravações telefônicas de um dos acusados.

Ela relatou que os telefonemas recebidos eram frequentes, com pessoas solicitando entradas para os jogos. A policial disse que normalmente os valores das entradas, segundo o acusado que estava sendo interceptado, custavam a partir de R$ 900 e R$ 1 mil. No entanto, para jogos das fases finais e até de uma possível decisão com a presença da Seleção Brasileira, as entradas chegariam até a R$ 50 mil. Se o acusado não tivesse na hora, ele prometia que iria verificar a disponibilidade com o "gringo" ou "estrangeiro".

A policial da 18ª participou da prisão de um dos acusados, em uma operação realizada em Del Castilho. Ela relatou que no local havia anotações em caderno, alguns ingressos que foram apreendidos, máquinas para passar cartão, cartões de agência de turismo, além de ingressos de eventos passados da Copa e outros grandes eventos no Rio.

O próximo passo do caso será a oitiva das testemunhas de defesa. Posteriormente, haverá apresentação das provas de defesa, oitivas dos réus e então a sentença do juiz do processo, Marcello Rubioli. O promotor do Ministério Público no caso é Marcos Kac.

São 11 os réus na ação: o francês Lamine Fofana, Alexandre da Silva Borges, o "Xandy"; Antonio Henrique de Paula Jorge, "Henrique", o “Pará”, “Patrão” ou “Jogador”; Marcelo Pavão da Costa Carvalho, o “Caju”; Sergio Antonio de Lima, o “Serginho"; Julio Soares da Costa Filho; Fernanda Carrione Paulucci; Ernani Alves da Rocha Junior, o "Junior"; Alexandre Marino Vieira; Ozeas do Nascimento e José Massih. Eles são acusados de cambismo, desvio de ingresso para câmbio, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e organização criminosa.

Terminou nesta quarta-feira a parte de audiências oitivas das testemunhas de acusação do processo criminal que tem como réus os acusados de envolvimento na chamada "máfia dos ingressos", desmantelada pela polícia durante a Copa do Mundo de 2014, no Rio.

A parte da acusação foi encerrada com o depoimento na Central de Assessoramento Criminal (CAC) do Tribunal de Justiça do Rio de mais uma inspetora da Polícia Civil do Rio, que atua na 18ª DP. A policial declarou que era responsável por transcrever as gravações telefônicas de um dos acusados.

Ela relatou que os telefonemas recebidos eram frequentes, com pessoas solicitando entradas para os jogos. A policial disse que normalmente os valores das entradas, segundo o acusado que estava sendo interceptado, custavam a partir de R$ 900 e R$ 1 mil. No entanto, para jogos das fases finais e até de uma possível decisão com a presença da Seleção Brasileira, as entradas chegariam até a R$ 50 mil. Se o acusado não tivesse na hora, ele prometia que iria verificar a disponibilidade com o "gringo" ou "estrangeiro".

A policial da 18ª participou da prisão de um dos acusados, em uma operação realizada em Del Castilho. Ela relatou que no local havia anotações em caderno, alguns ingressos que foram apreendidos, máquinas para passar cartão, cartões de agência de turismo, além de ingressos de eventos passados da Copa e outros grandes eventos no Rio.

O próximo passo do caso será a oitiva das testemunhas de defesa. Posteriormente, haverá apresentação das provas de defesa, oitivas dos réus e então a sentença do juiz do processo, Marcello Rubioli. O promotor do Ministério Público no caso é Marcos Kac.

São 11 os réus na ação: o francês Lamine Fofana, Alexandre da Silva Borges, o "Xandy"; Antonio Henrique de Paula Jorge, "Henrique", o “Pará”, “Patrão” ou “Jogador”; Marcelo Pavão da Costa Carvalho, o “Caju”; Sergio Antonio de Lima, o “Serginho"; Julio Soares da Costa Filho; Fernanda Carrione Paulucci; Ernani Alves da Rocha Junior, o "Junior"; Alexandre Marino Vieira; Ozeas do Nascimento e José Massih. Eles são acusados de cambismo, desvio de ingresso para câmbio, lavagem de dinheiro, corrupção ativa e organização criminosa.