icons.title signature.placeholder Guilherme Cardoso
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23/07/2013
15:30

Terezinha Guilhermina não atingiu seu principal objetivo de correr abaixo dos 12s ou até mesmo alcançar a melhor marca da história, com 11s90. Mesmo assim, ela não deu chances para as adversárias e faturou a medalha de ouro na prova dos 100m, categoria T11 (para deficientes visuais), no Mundial de Atletismo Paralímpico, na tarde desta terça-feira, em Lyon (FRA).

Em uma disputa dominada pelas brasileiras, Terezinha cruzou a linha de chegada em 12s16. Foi a melhor marca dela na temporada. A segunda colocação ficou com Jerusa Santos (12s80) e Jhulia Santos foi a terceira (13s11).

O curioso é que apenas as três atletas disputaram a prova. A angolana Esperança Gicaso foi desclassificada após queimar a largada.

- Vamos repetir a Olimpíada de Londres, em 2012, com um pódio verde-e-amarelo - comemorou Terezinha, que fez questão de comentar a ausência do recorde.

- É uma questão de tempo. Nos treinos, já estou correndo abaixo dos 12s. Já estou com os 100m engasgado. Mais cedo ou mais tarde, vai acontecer - continuou.

A brasileira agora vai buscar o título nos 200m, da mesma categoria. Mas questionada se tinha alguém para batê-la nos 100m, ela não pensou duas vezes para responder:

- Confio em mim. Sei como treino e me preparo para as competições. Não subestimo ninguém. Mas não considero nenhuma atleta como adversária. Só eu mesma.

*O repórter viaja a convite do Comitê Paralímpico Brasileiro

Terezinha Guilhermina não atingiu seu principal objetivo de correr abaixo dos 12s ou até mesmo alcançar a melhor marca da história, com 11s90. Mesmo assim, ela não deu chances para as adversárias e faturou a medalha de ouro na prova dos 100m, categoria T11 (para deficientes visuais), no Mundial de Atletismo Paralímpico, na tarde desta terça-feira, em Lyon (FRA).

Em uma disputa dominada pelas brasileiras, Terezinha cruzou a linha de chegada em 12s16. Foi a melhor marca dela na temporada. A segunda colocação ficou com Jerusa Santos (12s80) e Jhulia Santos foi a terceira (13s11).

O curioso é que apenas as três atletas disputaram a prova. A angolana Esperança Gicaso foi desclassificada após queimar a largada.

- Vamos repetir a Olimpíada de Londres, em 2012, com um pódio verde-e-amarelo - comemorou Terezinha, que fez questão de comentar a ausência do recorde.

- É uma questão de tempo. Nos treinos, já estou correndo abaixo dos 12s. Já estou com os 100m engasgado. Mais cedo ou mais tarde, vai acontecer - continuou.

A brasileira agora vai buscar o título nos 200m, da mesma categoria. Mas questionada se tinha alguém para batê-la nos 100m, ela não pensou duas vezes para responder:

- Confio em mim. Sei como treino e me preparo para as competições. Não subestimo ninguém. Mas não considero nenhuma atleta como adversária. Só eu mesma.

*O repórter viaja a convite do Comitê Paralímpico Brasileiro