icons.title signature.placeholder Guilherme Cardoso
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27/07/2013
06:33

Incansável. Essa palavra pode resumir muito bem a situação de Terezinha Guilhermina. Isso porque, na manhã deste sábado, ela conquistou sua terceira medalha de ouro no Mundial de Atletismo Paralímpico, em Lyon (FRA). Dessa vez, ela ganhou os 200m, na categoria T11 (para baixa visão), em 24s74, igualando seu próprio recorde na competição.

Nos dias anteriores do torneio, a atleta de 34 anos já tinha levado os 100m e os 400m.

- A prova foi boa. O vento estava contra, não deu para bater o recorde mundial. Mas vou para Londres (ING) disputar uma competição e acho que o vento não vai atrapalhar. Esse ano está sendo maravilhoso por tudo o que eu passei, o Guilherme (Santos, o guia) ficou lesionado quatro meses. Conquistei os resultados que gostaria no mundial. Estou muito feliz - afirmou a medalhista.

A segunda colocação na prova deste sábado também foi de uma brasileira. Jerusa Santos levou a prata ao completar o percurso em 26s45. Já a angolana Esperança Gicaso terminou em terceira, com 27s54.

Antes da disputa Guilhermina mostrou um papel agradecendo à cidade de Lyon e aos voluntários da competição.

- Foi um agradecimento aos voluntários que sempre estiveram disponíveis para nos atender. O pouco que falararam em português nos ajudou muito. Eles me deram muita confiança pedindo autógrafos, fotos. E nada mais justo do que agradecer a eles - declarou Terezinha.


Incansável. Essa palavra pode resumir muito bem a situação de Terezinha Guilhermina. Isso porque, na manhã deste sábado, ela conquistou sua terceira medalha de ouro no Mundial de Atletismo Paralímpico, em Lyon (FRA). Dessa vez, ela ganhou os 200m, na categoria T11 (para baixa visão), em 24s74, igualando seu próprio recorde na competição.

Nos dias anteriores do torneio, a atleta de 34 anos já tinha levado os 100m e os 400m.

- A prova foi boa. O vento estava contra, não deu para bater o recorde mundial. Mas vou para Londres (ING) disputar uma competição e acho que o vento não vai atrapalhar. Esse ano está sendo maravilhoso por tudo o que eu passei, o Guilherme (Santos, o guia) ficou lesionado quatro meses. Conquistei os resultados que gostaria no mundial. Estou muito feliz - afirmou a medalhista.

A segunda colocação na prova deste sábado também foi de uma brasileira. Jerusa Santos levou a prata ao completar o percurso em 26s45. Já a angolana Esperança Gicaso terminou em terceira, com 27s54.

Antes da disputa Guilhermina mostrou um papel agradecendo à cidade de Lyon e aos voluntários da competição.

- Foi um agradecimento aos voluntários que sempre estiveram disponíveis para nos atender. O pouco que falararam em português nos ajudou muito. Eles me deram muita confiança pedindo autógrafos, fotos. E nada mais justo do que agradecer a eles - declarou Terezinha.